segunda-feira, 7 de maio de 2018

Egberto Gismonti / Naná Vasconcelos - Duas Vozes [1984]

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Por Marcelo em Willie Said

Duas Vozes é um álbum intimista e emotivo gravado em Oslo, na Noruega, por esses dois grandes músicos brasileiros. Pode-se dizer que é praticamente um trabalho de percussão, se agente considerar que Gismonti usa seus violões como se assim fossem. Não há nada óbvio nesse encontro, nem mesmo na Aquarela do Brasil.


Egberto Gismonti - violões, piano, flautas, percussão, voz
Naná Vasconcelos - percussão, berimbau, voz


A1 Aquarela do Brasil
(Ary Barroso)
A2 Rio de Janeiro 
(Egberto Gismonti)
A3 Tomarapeba 
(Tradicional de Índios Amazonenses)
A4 Dançando 
(Egberto Gismonti)
B1 Fogueira 
(Egberto Gismonti)
B2 Bianca 
(Egberto Gismonti)
B3 Dom Quixote 
(Egberto Gismonti/Geraldo Carneiro)
B4 O Dia à Note 
(Naná Vasconcelos)

terça-feira, 1 de maio de 2018

Lillian Lessa - Utopia [2018]

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Cantora, compositora, baixista – integrante das bandas Necro e Messias Elétrico – e poeta, Lilian Lessa lança enfim o primeiro álbum solo, 'Utopia', já disponível nas principais plataformas de streaming pela Abraxas Records.

‘Utopia’ é um caldeirão musical, sem rótulo definido, mas com claras influências de rock n roll, psicodélico, blues e flertes com o samba. O sucessor do EP Expresso, que a artista alagoana lançou em 2015, foi gravado e mixado no estúdio Pedrada, entre julho e dezembro de 2017.

São 12 músicas em ‘Utopia’, que reúne os singles ‘Noites Pretas’, ‘Paredes’ (música com a qual Lilian participou do I Festival Em Cantos), a faixa-título e ‘Escapismo’, além de outras cinco inéditas, mais duas do compositor, produtor e companheiro da Necro, Pedro Salvador, e uma do compositor Mário Cézar Oliveira.

Pedro Salvador, inclusive, é quem toca todos os instrumentos no álbum e ainda o responsável pelos arranjos, exceto na faixa ‘Utopia’, em que Lillian toca baixo e guitarras. Já a capa é da ilustradora Edinir Aprígio, que também criou a capa do single ‘Escapismo’, lançado em janeiro deste ano.

domingo, 22 de abril de 2018

Super Peso Brasil [2013]

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Por Antonio Celso Barbieri no YouTube

O festival Super Peso Brasil foi um marco na história do Heavy Metal Brasileiro. O festival aconteceu no dia 9 de novembro de 2013 no Carioca Club em São Paulo e reuniu pela primeria vez na história as bandas Taurus, Stress, Salário Mínimo, Metalmorphose e Centúrias. Estas bandas juntamente com muitas outras, lá pelo começo dos anos 80, foram responsáveis pelo introdução do estilo Heavy Metal no Rock Brasileiro. Este vídeo assim como o DVD e audio CD foram lançados usando recursos vindos de quase 500 doadores, verdadeiros amigos do Metal! Parabéns ao André Bighinzoli por esta produção feita com tanto carinho.


STRESS
1- Mate o Réu
2- Heavy Metal É A Lei
3- Sodoma e Gomorra (com Vitor Rodrigues)

SALÁRIO MÍNIMO
4- Intro / Delírio Estelar
5- Noite de Rock
6- Salém (A Cidade das Bruxas) (Cover do Harppia, com Jack Santiago)

METALMORPHOSE
7- Desejo Imortal
8- Máscara
9- Metalmania (Cover do Robertinho de Recife, com Lucky Luciano)

CENTURIAS
10- Fortes Olhos
11- Sobreviver
12- Duas Rodas / Portas Negras (com André Góis)

TAURUS
13- Dias de Cão
14- Mundo em Alerta (com Luiz Carlos Louzada do Vulcano)
15- Massacre

terça-feira, 17 de abril de 2018

Patrulha do Espaço - Aventuras Rockeiras No Século XXI [2016]

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Primeira coletânea da história da renomada banda de hard rock brasileira Patrulha do Espaço. São 20 faixas que representam o melhor da banda nos discos Chronophagia, Compacto, Missão na Área 13, Capturados ao vivo no CCSP, Dormindo em Cama de Pregos e Veloz.

Faixas
1. “Poder”
2. “Justiça e Rock and Roll”
3. “Rolando Rock”
4. “Riff Matador”
5. “Quatro Cordas e um Vocal”
6. “Sai Dessa Vida”
7. “Vampiros”
8. “Universo Conspirante”
9. “One Nighter”
10. “Rock com Roll”
11. “Vou Rolar”
12. “Quando a Paixão te Alcançar”
13. “For Loonies Only”
14. “Trampolim”
15. “São Paulo City”
16. “Louco um Pouco Zen”
17. “Homem Carbono”
18. “Ser”
19. “Tudo Vai Mudar”
20. “Retomada”

domingo, 15 de abril de 2018

Nenhum de Nós [1992]

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No ano de 1992 o Nenhum de Nós lança o disco Nenhum de Nós. Esse é o 4º disco de sua carreira. Abre com toda energia com a canção “Compaixão”. Este é o disco mais pesado da banda, pois marcam pontos com as guitarras e carregam seus instrumentos a uma batida forte. Traz canções ritmadas com letras bem pensadas e diversas. Digamos que seja um trabalho onde o Nenhum mostra todos os seus prismas. Veja-se por “Spaghetti à Puttanesca”... Desta obra saiu “Ao Meu Redor” (vídeo clipe que levou a banda à Los Angeles pelo Video Music Awards) e o vídeo de “Jornais” que manteve-se semanas a fio em 1º lugar no Top 20 Brasil. Há ainda uma releitura para “Tente Outra Vez” saída de um tributo a Raul Seixas e “Sangue Latino” dos Secos e Molhados, que ganhou uma versão dance. O grande lance do disco é a participação especial do amigo, tecladista e gaiteiro João Vicenti e a estréia como “integrante sangüíneo” do grupo, Veco Marques, participante do trabalho anterior.


1 Compaixão
2 Sinais De Fumaça
3 Duas Luas
4 Tudo Que Aconteceu
5 Carros
6 Dias Que Virão
7 Animais
8 Ao Meu Redor
9 Jornais
10 Dois Pedaços
11 Sangue Latino
12 Segredos
13 Spaghetti A Putanesca
14 Tente Outra Vez
15 Sangue Latino (Dance Version)

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Nenhum de Nós - Extraño [1990]

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"Quem busca caminhos, encontra-os.” Assim declara Luís Carlos Borges nesse que é o 3º álbum do Nenhum de Nós: Extraño. O músico gaúcho deu o “ar de sua gaita” no decorrer do disco e vocais na faixa “Algo Que Não Se Pode Tocar”. O Nenhum, então formado por Thedy, Carlos e Sady, recebia ainda a participação do guitarrista, amigo e parceiro nas composições Veco Marques. Melodias nascidas de uma combinação perfeita da sutileza da música tradicionalista gaúcha e latino-americana e o toque pop rock. Com letras reflexivas e poesia apurada influenciada por nomes como Jorge Luis Borges e John Fante (e seu Bandini), o encarte é uma obra-prima entre os trabalhos da banda.


01 Deserto
02 Sobre O Tempo
03 Julia
04 As Mulheres Que Eu Rasguei
05 Algo Que Não Se Pode Tocar
06 Extraño
07 O Espelho Do Cego
08 Mentira
09 Das Coisas Que Eu Entendo
10 O Céu
11 O Inferno E O Céu
12 Inferno
13 Perdido No Livro

terça-feira, 10 de abril de 2018

Nenhum de Nós - Cardume [1989]

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Por Rock 80 Brasil

Se o primeiro foi bom, o segundo foi melhor ainda. Isso vale para grande parte da trajetória das nossas bandas do Rock 80 Brasil e também para a banda gaúcha Nenhum de Nós. Depois de ter “Camila Camila” no terceiro lugar das paradas de sucesso e o primeiro disco vender mais de 30 mil cópias (um bom número para um primeiro álbum), o Nenhum de Nós teve que enfrentar o desafio de superar isso. E conseguiu.

O álbum “Cardume” foi lançado em maio de 1989. O sucesso alcançado fez o grupo percorrer os quatro cantos do país e sempre estar nas rádios e TVs. O carro-chefe do álbum foi a canção “Astronauta de Mármore”, de David Bowie e que ganhou uma versão de Carlos Stein e Sady Homrich.

Outros destaques foram “Eu Caminhava” e “Fuga”, que conta com a participação de Renato Borghetti com sua gaita em uma época em que era novidade as bandas de rock inserirem esse tipo de instrumento em suas gravações. O disco vendeu mais de 200 mil cópias.


A1 Eu Caminhava
A2 Afastado
A3 Strip-Tease Baby
A4 Melhor Lugar
A5 Cardume
B1 Fuga
B2 O Astronauta De Mármore (Starman)
B3 Sobre As Mãos
B4 Culpa
B5 Sweetbum Zack

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Renato Godá - Nômade [2017]

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Por Julinho Bittencourt em Fórum

Depois de lançar os discos Canções Para Embalar Marujos, que o consagrou como uma das maiores revelações da sua geração rendendo elogiadas turnês pela Europa e Estados Unidos, e Eu não Mereço Seu Amor, o cantor e compositor paulistano Renato Godá agora lança seu novo álbum, Nômade, com 11 canções inéditas.

O repertório começou a ser escrito durante uma turnê pelos EUA, quando Godá se apresentou no festival SXSW, em Austin. Durante a estadia no Texas, o cantor se aproximou de artistas locais e se reencontrou com a sonoridade da Americana Music e do Folk Americano, que no começo da sua história como compositor foram grandes referências.

Godá dividiu boa parte da infância e adolescência entre o universo urbano de São Paulo e o sítio da família no alto da Serra da Mantiqueira em Minas Gerais. A influência das canções do interior do Brasil sempre foi muito presente.

Nômade é um álbum verdadeiramente autobiográfico, com letras que falam de amor, tema recorrente em sua obra, reflexões sobre o passado, presente e o futuro, com cenários íntimos do artista, como a estrada, os cavalos e, principalmente, as relações.

O disco foi gravado ao vivo, em três dias de estúdio, sem ensaios anteriores. “Eu gosto da gravação espontânea, de encontrar a minha banda no estúdio, ligar os equipamentos e simplesmente tocar as músicas. Quando é dessa forma, soa diferente, o prazer é maior, a sonoridade é mais bruta, tem mais a minha cara, é como montar um cavalo arisco”, diz o artista.

Godá considera este o seu trabalho mais íntimo e pessoal. “Tenho 47 anos. É como chegar no topo da montanha, na metade do caminho, e a primeira coisa que ficou clara é que daqui a visão é outra, mais ampla. Ok, as botas estão gastas, mas hoje posso escolher o caminho.”

SOBRE GODÁ

Considerado um dos melhores compositores da sua geração pela revista Bravo! e pelo jornal Folha de São Paulo, Renato Godá é um escritor de músicas endiabradamente românticas que leva ao palco uma performance única que vem arrebatando nos últimos anos plateias no Brasil e no exterior.

Em 2012 o artista se apresentou pela primeira vez nos EUA como convidado do festival SXSW, um dos mais importantes eventos de música do mundo, fez turnê no Texas e Nova York.

Em turnê na Europa, seus shows entraram na lista dos favoritos dos editores da revista Timeout, bíblia do entretenimento inglês, que o comparou a Serge Gainsbourg e a Leonard Cohen e classificou sua música como um “apetitoso caldeirão que mistura sons de jazz, folk e chanson aos sons brasileiros”.

terça-feira, 27 de março de 2018

Márcio Okayama [2006]

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Por BDG

Nascido em 1971, Márcio Okayama escolheu a música aos 13 anos de idade, desde então se dedica à arte de tocar guitarra e a todo o conhecimento que faz fronteira com seu instrumento. Por mais de vinte anos o guitarrista vem construindo uma carreira plural, trilhando sobre diversos caminhos paralelos e ao todos ao mesmo tempo. 

Okayama tocou em todo o circuito paulistano de Rock n’ Roll e Heavy Metal, pisando em palcos que variavam desde o Victoria Pub até o Centro Cultural São Paulo, passando pelo Bourbon Street e pelos extintos Aeroanta e Black Jack com bandas como Anonimato e Electric Shadows (que teve ampla execução na Radio Brasil 2000 FM nos anos 90). 

Além de tocar e gravar ao lado de instrumentistas e bandas como Stu Hamm, Mozart Mello, Wander Taffo, Kiko Loureiro, Eterna, Nilton Wood, Rubens Salles, Silas Fernandes, Edu Ardanuy, Sergio Buss, Fickle Pickle, Tempo Livre, Fabio Ribeiro, Blezqui Zatzaz, Raphael Du Valle, Luciano Borba (Twister), Joe Mograbi, Younsen Maia, Luis Sacomã, Max Robert, Raissa Machado, Wilson Ramos, Floriano Villaça, Duca Bellintani, Garden All, Luis Pagoto, Christiano Rocha, Chico Wilcox, Fabio Augusto, Rodrigo Brizzi, Zuzo Moussawer, Alien Groove, Desconstrução Sônica, Hercilio Ramos, Arthur Maia, Luis Caldas , Giba Favery e Ricardinho Paraiso, Emilio Mendonça entre muitos outros, Márcio participou de muitas edições de eventos como Guitar Player Festival, Cover Baixo Festival, Cover Teclado Festival e Modern Drummer Festival. 

O professor Okayama – que teve aulas com guitarristas como: Mike Stern, Mozart Mello, Michel Perie e Wesley Caesar – começou a lecionar em 1989, dando aulas particulares, dois anos mais tarde ingressou na Faculdade Carlos Gomes, onde se tornou bacharel em violão erudito desenvolvendo trabalhos de recitais solos e de música de câmara alem de estudar arranjo e musicologia. 

Em 1997 foi convidado por Wander Taffo para integrar o time da EM&T, escola na qual, além de ajudar na elaboração do programa didático, lecionar Fusion e Rock, acumula a função de coordenador do curso on line. 

Na qualidade de guitarrista e professor, Márcio Okayama iniciou sua duradoura relação com a mídia especializada, sendo convidado pela ‘Cover Guitar’ para trabalhar como transcriber e colunista na equipe da revista em 1996. 

Mais tarde trabalhou como colunista e editor técnico da ‘Guitar Player’(onde ainda assina varias colaborações), além ter sido colaborador assíduo de outras publicações como o ‘Guitar Class’ e o ‘Tok para quem Toka’ e portais como o Território da Musica e Abiba. 

Dentro de sua performance didática, tem atuado nas edições da Expomusic desde 1994, representando diversas marcas de efeitos, guitarras, pedais e acessórios que fizeram parceria de endorsement com o músico. 

Uma outra faceta de Okayama, definitivamente não menos importante, é a produção artística em trabalhos como Kadu Gouvêa (1995), “Banda Santuario” (2002), Chasing Fear (2003), Desconstrução Sônica (2004) “Lagartus” (2006) “CavernaLeste” (2007), entre outros. 

Além disso, Márcio é produtor de trilhas sonoras desde 2002, tendo produzido diversas vinhetas para rádios. 

Uma das particularidades que definem o guitarrista é a sua ligação com a Música Étnica e o New Age. Márcio já trabalhou com musicalização de Encontros e Palestras sobre Cromoterapia, Cura Holística e outros eventos de cunho metafísico. 

Sua pesquisa étnica fez também com que ele lançasse o livro “Escalas Exóticas”, no qual mostra a utilização de frases e escalas oriundas da música oriental. 

Como guitarrista e produtor, Okayama já participou de mais de 25 discos, entre eles o “G.U.I.T.A.R”, uma coletânea com os principais nomes da EM&T; “Cromato” um projeto New Age produzido e composto por Márcio Okayama que teve presença marcante na ‘Rádio Mundial’ – inclusive tendo uma das faixas aproveitadas para a vinheta de abertura no programa Momento da Nova Era; e sua participação no disco do “Eterna” Ephifany”, que repercutiu no exterior e lhe rendeu uma excelente crítica no site ‘Gospel Maniac’;tem sido destaque também em sites estrangeiros como o inglês “Truth in Shredin” e o japonês “We are funky chicken” 

Em 2006 o guitarrista lançou seu primeiro disco solo, “Márcio Okayama”, com 11 composições inéditas nas quais se cruzam o Fusion e o Rock sob um tempero oriental e étnico. O álbum foi eleito o lançamento do ano pelo site ‘Tocando Guitarra’, além de ceder uma faixa para o filme ”SP – 32”, sobre a revolução constitucionalista. 

Atualmente, Okayama tem oferecido clinicas e workshops pelo Brasil, além de continuar com suas aulas particulares e no EM&T. Márcio também está finalizando dois discos solos de uma só vez! O poderoso “Poemas sonoros vindo do Caos” estabelece uma ponte com o álbum “Márcio Okayama”, sendo, de certa forma, uma conseqüência deste primeiro trabalho solo. “Zen Garden” é uma concretização de sua veia World Music e fruto de sua pesquisa sobre o universo da musica étnica oriental. 

Márcio Okayama conta com apoio dos pedais de efeito Nux, guitarras Seizi, Edmar Luighi Lutheria e acessórios Palhetas On Line 

Citações de amigos 

“Marcio has been one of the best musicians I have ever met. Not only because of his skills and proven experience, but mainly because Marcio is a true professional”. 
Joey Gross Brown 

“Marcio is an excellent musician and just a great guy. When he steps inside the recording room, he brings optimism, energy and abundant talent”. 
Andre Cortada (produtor Ultra Sônica) 

“Hey Marcio, your guitar playing sounds great, nice tones and feel! All the best bro, Coop”. 
Marc Cooper / Professor de guitarra , autor de métodos e produtor canadense 

“He´s good and plays from the heart…” 
Mike Stern (renomado guitarrista de fusion norte americano, side man de Miles Davis) 

“Marcio é um desses caras em que o conhecimento parece não ter fim.Sua familiaridade com a música, no sentido mais amplo, espanta e toma total atenção do espectador” 
Guia de guitarra do Sobresites 

“Thanks for playing with me… you have a nice feel” 
Stu Hamm (baixista de Steve Vai e Joe Satriani) 

“Marcio Okayama mostra belas melodias em sons introspectivos” 
Regis Tadeu ( Editor revista Cover Guitarra) 

“Marcio Okayama possui domínio de palco e versatilidade” 
Henrique Inglês de Sousa (revista Guitar Player) 

“Um novo trabalho com a grife do guitarrista Marcio Okayama é uma garantia de qualidade, afinal seu trabalho é reconhecido por todos” 
Lico Navarro (Território da Música) 

“Vc toca para c….” 
Jr Tolstoi (guitarrista do Lenine) 

“Fusão interessante que vc criou com o teu som. Boa sorte cara!” 
Christiaan Oyens ( produtor de Zelia Duncan e Lulu Santos) 

“Great Playing!” 
Rob Johnson (guitarrista norte-americano) 

“Sonzão de guitarra!” 
Fernando Caneca ( guitarrista da Marisa Montes e Ivan Lins) 

"Compliment on your inspiring music! "
Liu Fang (Instrumentista Chinesa de renome mundial) 

“Parabéns pelo disco! Grande album!” 
Marcio Falchet (artista solo) 

“Sem sombra de dúvida o lançamento instrumental do ano(2006), surpreende pelo extremo bom gosto na escolha de timbres, pela versatilidade, e pelas idéias geniais. O CD foge da mesmice e da pirotecnia vazia” 
Site Tocando Guitarra 

“Sua linguagem musical e suas idéias de composição são sofisticadas mesmo quando utiliza elementos básicos para se expressar. Bruce Lee transformava qualquer coisa que estivesse em sua mão em uma arma mortal. Marcio transforma uma simples combinação musical em obra de arte…..” 
Edilson Horneaux (guia SobreSites) 

“Parabéns pela originalidade das composições pela abordagem inusitada e timbres belíssimos!!!!” 
Sergio Serra (Ultraje a Rigor) 

“Um CD com personalidade e extremo bom gosto! Vou furar de tanto ouvir!” 
Daril Parisi (artista solo, Platina, Produtor) 

“I love your music on my tribute album” 
Jason Becker 

“Fui aluno no ano de 1990 e o sujeito já era uma fera… agora é uma lenda! Domo Arigatô por me fazer amar a música e tentar tocá-la DECENTEMENTE! Fora o talento musical, trata-se de um ser iluminado, cordial, divertido e sem frescuras… ter aula com ele é como bater papo sobre música com um amigo! BANZAI!” 
Gean Marco Furlan

sábado, 24 de março de 2018

Humberto Gessinger - Ao Vivo Pra Caramba – A Revolta dos Dândis 30 Anos [2018]

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Deezer   Spotify



Um dos grandes nomes do rock nacional, com mais de 30 anos de carreira, Humberto Gessinger apresenta seu novo trabalho solo, o DVD e CD “Ao Vivo Pra Caramba – A Revolta dos Dândis 30 Anos” (Deck). O registro foi feito ao vivo durante um show em Porto Alegre e dirigido por Pietro Grassia. O compositor, escritor, cantor e multi instrumentista foi acompanhado por Rafael Bisogno (bateria, percussão e voz) e Felipe Rotta (guitarra, violão, bandolim e voz). Ainda há as participações de Nando Peters no baixo upright (“Saudade Zero”, “Pra Caramba”, “Das Tripas Coração” e “Cadê?”) e de Carlos Maltz (timbales e voz) em “Filmes de Guerra, Canções de Amor”.

Gessinger assina a produção musical do trabalho que traz 17 faixas. Entre elas as 11 de um dos mais importantes discos de sua carreira, “A Revolta dos Dândis”. Dessa forma, são interpretadas pela primeira vez ao vivo e na íntegra esse álbum, que trouxe sucessos como “Infinita Highway”, “Refrão de Bolero” e “Terra de Gigantes”. Outros hits da banda também estão presentes, como “Piano Bar” e “Até o Fim”. Fechando com as canções de seu trabalho solo, ele apresenta quatro inéditas e destaques de outros álbuns, como “Alexandria”, de sua autoria e Tiago Iorc.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Heróis da Guitarra Brasileira [2018]


Documentário de curta-metragem produzido a partir de depoimentos coletados para o livro "Heróis da Guitarra Brasileira", de Leandro Souto Maior e Ricardo Schott (Ed. Irmãos Vitale, 2014). Com Andreas Kisser, Armandinho, Edgard Scandurra, Kiko Loureiro, Luiz Carlini, Toninho Horta, Sérgio Dias e Zé Menezes (in memoriam), participações de Lanny Gordin e Pepeu Gomes. Direção: Leandro Souto Maior

Roteiro: Leandro Souto Maior e Ricardo Schott
Direção de Fotografia: Felipe O'Neill
Edição: Fabiano Battaglin

domingo, 18 de março de 2018

Jorge Ben [1969]

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Por Leandro Ribeiro em 45 rotações

Com capa do artista plástico Albery, e depois de dois anos sem gravar e turbilhão da Tropicália perdendo força, surge um trabalho surpreendente, produzido juntamente com o maestro do movimento Rogério Duprat.

Jorge exaltava pequenas coisas da vida “Crioula”, suas musas “Barbarella” e “Tereza”. Um álbum que mostra o amadurecimento, além de voltar a colocar um hit nas paradas, “País Tropical” vire um hino da alegria que até hoje é exaltado nos quatro cantos do país.

Esse é o sexto álbum, onde é o primeiro com acompanhamento do Trio Mocotó. Depois de alguns trabalhos de pouco sucesso, veio um trabalho que retomaria a crescente. Com os destaques para : “Domingas”, “Cadê Teresa”, “Charles Anjo 45”, “Bebete Vãobora”, “Take it Easy my Brother Charles” e “País Tropical”.

O grande maestro Rogerio Duprat tem participação nas “Barbarella” e “Descobri que Eu Sou um Anjo”.


A1 Criola
A2 Domingas
A3 Cadê Teresa
A4 Barbarella
A4 País Tropical
B1 Take It Easy My Brother Charles
B2 Descobri Que Eu Sou Um Anjo
B3 Bebete Vãobora
B4 Quem Foi Que Roubou A Sopeira De Porcelana Chinesa Que A Vovó Ganhou Da Baronesa
B5 Que Pena
B6 Charles Anjo 45

terça-feira, 13 de março de 2018

Cláudio Guimarães - Se Demorar Eu Espero [1995]

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1. Se Demorar Eu Espero
2. Samba em Paris
3. A Volta do Samba
4. Feita pra Você
5. Os 2 no Baião
6. Subindo a Serra
7. Animal em Extinção
8. Combo
9. Ouro de Minas
10. Ainda te Encontro

terça-feira, 6 de março de 2018

Cláudio Guimarães - Meu irmão Toca na Sinfônica [1981]

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Esse é um pedido de um seguidor do blog. Não conhecia o artista até então mas fazendo uma pesquisa observei que já tinha um outro trabalho dele postado aqui, o bem avaliado Paulo, Cláudio e Maurício [1972].

Entrei um depoimento sobre sua trajetória, escrito pelo próprio no Museu na Pessoa que pode ser encontrado AQUI.


A1 Parati 
A2 Daquele Jeito
A3 Vem Pra Rede
A4 Brooklyn Heights
B1 Tipo Ideal
B2 Mar Azul
B3 Belenzinho

quinta-feira, 1 de março de 2018

Callangazoo - Dipatchara [2015]

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Por Callangazoo 

Em seu quarto EP Dipatchara, a banda Callangazoo oferta cinco canções autorais que refletem com irreverência temas do cotidiano; à sonoridade rock, o grupo agrega inserções pelo folk (Jenesequá) e pelo bolero (Redoma). A Callangazoo é integrada por Cebola Pessoa (vocal e guitarra), Bob Nunes (baixo e vocal), Andel Falcão (guitarra) e Leo Abreu (bateria) e atua no circuito musical desde 2011.

01 - O Princípio é a Intenção (Cebola Pessoa)
02 - Dipatchara (Cebola Pessoa)
03 - Espero Ter Você Ali (Leo Abreu)
04 - Jenesequá (Cebola Pessoa)
05 - Redoma (Cebola Pessoa/Matheus Leite)

Ouça Online : 
https://soundcloud.com/callangazoo/sets/ep-dipatchara-2015

No Youtube: 
https://www.youtube.com/playlist?list=PLJFmxWqiHa4t37RgcWi66Z0b6vaMRggww

Ficha Técnica:
Gravado, Mixado e Masterizado por Irmão Carlos nos estúdio Caverna do Som entre abril e julho de 2015.
Produzido pela banda Callangazoo e Irmão Carlos
Capa: Marceleza de Castilho
Andel Falcão nas guitarras, Bob Nunes no baixo e coros, Leo Abreu na bateria e Cebola Pessoa nas guitarras e vocais. Participação especial de Dominique Meirelles nos vocais de apoio.