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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Eloy Fritsch - Sailing to the Edge [2017]

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Por Eloy Fritsch em Tratore

Todos os elementos da música de Eloy Fritsch estão presentes neste décimo primeiro álbum de sua carreira: timbres provenientes de sintetizadores, lindas melodias, passagens majestosas e energéticas, ritmos com bateria, percussão e orquestração eletrônica em larga escala.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Eloy Fritsch - Dreams [1994]

Yandex 320kbps



Em 1996, Eloy Fritsch lança seu primeiro que foi muito influenciado por filmes de ficção científica como 2001 Uma Odisseia no Espaço, Star Wars, Galactica e Star Trek. Sua paixão pelo espaço está perfeitamente identificada em sua música. O sentimento do compositor em relação à possibilidade de não estar sozinho no Universo, o fato de não entender nossa existência, nosso pequeno conhecimento sobre o Cosmos magnífico e as surpresas que nos aguardam no futuro, tudo isso transformado em música. Esses sentimentos aliados aos recursos tecnológicos de sintetizadores e teclados motivaram ainda mais a realização de suas primeiras composições eletrônicas.
*adaptação livre

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Eloy Fritsch - Spiritual Energy [2014]

Mediafire 320kbps


Por Anderson Nascimento em Galeria Musical

Em seu novo disco solo, “Spiritual Energy”, Eloy Fritsch, conhecido músico integrante da banda de Rock progressivo Apocalipse, traz uma interessante trilha rumo ao que parece descrever a conquista ou descoberta de um novo mundo.

Repleto de climas ora transpirando alegria, como na faixa título e também em “Garden of Angels”, ora tensão, caso de “The Prophecy” e da ótima “The Battle of Giant Dragonflies”, o disco vai agradar àqueles que curtem discos instrumentais ricos em melodias, bem como fãs que já sabem o que esperar dos trabalhos solos de Eloy, sempre cheios de detalhes que vão sendo descobertos a cada nova ouvida.

As sonoridades trafegam na autoestrada do Rock progressivo, em determinados momentos mais oitentistas, como em “Warp Drive”, em outros mais setentistas, caso da intensa “The Duet”, além, é claro, das suas já reconhecidas imersões pela New Age.

Mais uma vez Eloy entrega um trabalho de grande qualidade, que nos faz catapultar a imaginação, nos levando para lugares nunca antes explorados em nossa mente.


1 - Spiritual Energy
2 - Sunlight Dance
3 - Warp Drive
4 - Garden of Angels
5 - The Cosmic Spiral
6 - The Prophecy
7 - Flying on the Wings of Eternity
8 - Journey to the Mystical Island Part I
9 - Journey to the Mystical Island Part II
10 - Angelic Touch
11 - Vita Brevis
12 - Love and Light
13 - Wizard of the Winds
14 - The Battle of Giant Dragonflies
15 - The Gates of Heaven
16 - Duet
17 - Evocation

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Eloy Fritsch - Landscapes [2005]

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Por Rodrigo Werneck no Whiplash

Um movimento quase que totalmente underground hoje em dia, em especial no Brasil, o rock progressivo dá no entanto mostras freqüêntes de sobrevivência, algo que só ocorre com estilos musicais onde há consistência, e que privilegiam a criatividade e a busca por novos horizontes sonoros. Este é o caso da banda gaúcha Apocalypse, e em específico do tecladista Eloy Fritsch, cujo mais recente disco solo acaba de ser lançado.

Em paralelo à sua carreira como tecladista e líder do Apocalypse, Eloy Fritsch desenvolve uma carreira solo mais voltada à música eletrônica e ao new age. Este “Landscape” é na verdade o seu sétimo disco solo, sendo que um oitavo já chegou às lojas, a coletânea “Past and Future Sounds 1996-2006”. Entretanto, “Landscape” é o disco mais rock de Fritsch, e não nega as grandes influências de Rick Wakeman (Yes, Strawbs, David Bowie, solo), entre outras. Embora tenha sido gravado em 2003 e oficialmente saído em 2005, somente agora este disco chega às prateleiras, em virtude das dificuldades de se lançar CDs hoje em dia (problema agravado no caso de artistas de rock progressivo). Difícil de entender? Mais difícil ainda é compreender porque trabalhos tão cuidadosos, rebuscados e de bom gosto ficam restritos a um nicho deveras reduzido do mercado musical.

O disco foi inteiramente composto, arranjado, gravado e mixado por Eloy, que usou seu estúdio caseiro para tal, e o resultado é simplesmente ótimo. Alguns discos solo de tecladistas são um tanto quanto enfadonhos, sem “pegada”, mas este não é o caso aqui. Eloy soube dosar de forma equânime a participação de todos os “instrumentos”. Todas as baterias e percussões foram simuladas por seus sintetizadores, e felizmente os timbres obtidos foram muito bons. Há viradas de bateria, mudanças de andamento, ou seja, o disco em momento algum fica monótono. Há até – pasmem – solos de baixo bastante convincentes, nas faixas “Teleportation” e “Run Through The Light”, bem como sonoridades de fretless em “Oasis”.

Os principais teclados usados por Eloy no CD foram um digital, o Korg Triton Classic, e um analógico (e antológico), o Minimoog (especificamente um construído há 35 anos atrás, em 1973!). Com eles, consegue a proeza de tocar de tudo um pouco: piano, dezenas de sons de diferentes teclados, guitarras, baixos, percussões. Enfim, uma pequena “orquestra de bolso”.

Voltando às influências, algumas composições lembram bastante as do tecladista grego Vangelis Papathanassiou, como “Andromeda”, “Somewhere In Time” e “Top of The World”. Ecos de Tangerine Dream e Larry Fast e o seu Synergy podem também ser encontrados. Ou seja, nada mais nada menos que o “crème de la crème” da música eletrônica. Isso não quer dizer, porém, que o disco seja uma mera cópia dos citados artistas, pois as composições, arranjos e a performance são de um nível altíssimo.

O disco agrada tanto a ouvintes “leigos” quanto a tecladistas, já que uma verdadeira aula na escolha de sons nos é proporcionada por Fritsch. “Science Fiction” apresenta aqueles tradicionais timbres espaciais e misteriosos de um Theremin, aqui simulados com perfeição pelo teclado Triton. Sons de “clavinet” podem ser ouvidos em “Run Through The Light”, adicionando um bem-vindo e contagiante “groove”. Já em “Escape”, temos uma levada de guitarra distorcida bem convincente (tirada mais uma vez nos teclados) junto a uma batida à la “Another Brick In The Wall” (Pink Floyd), sobre o que o Minimoog sola majestoso.

A arte gráfica inclui ilustrações de Alexandre Bandeira, calcadas nas pinturas etéreas de Roger Dean, em mais uma velada referência a Rick Wakeman, incluindo peixes voadores, rochas flutuantes, e seres mitológicos. Talvez um pouco batidas, mas mesmo assim condizentes com o espírito e o tema central do álbum (“landscapes” significando as “paisagens sonoras” nesse caso).

Resumindo, um ótimo lançamento que chega a ser surpreendente. A qualidade do trabalho de Eloy Fritsch é conhecida no meio, e mais reconhecida lá fora do que aqui. Mas, sem ser pretensioso e não almejar vôos mais altos (comercialmente falando), o trabalho assim mesmo alcança altas pradarias sonoras. Altamente recomendável!


1. Landscapes
2. Teleportation
3. Andromeda
4. Science Fiction
5. Somewhere In Time
6. Cartoon
7. Run Throught The Light
8. Oasis
9. Escape
10. Imaginary Voyage
11. Top of The World

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Eloy Fritsch - Atmosphere [2002]

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Os músicos eletrônicos brasileiros costumam ser mais reconhecidos no exterior do que no Brasil. Triste sina e talvez por causa dessa "ausência" de admiradores e gravadoras da verdadeira música eletrônica por aqui é que os poucos músicos existentes buscam divulgação e trabalho fora do Brasil, salvo raras excessões (vide Anno Luz e Gustavo Jobim). Atmosphere é o sexto disco do tecladista Eloy Fritsch, também membro e fundador da banda de rock progressivo gaúcha Apocalypse. Este disco tem como conceito a atmosfera do nosso planeta e as músicas são divididas em temas relacionados. Eloy conseguiu encontrar um caminho que liga o sinfônico com o eletrônico. Este trabalho é um reflexo perfeito desse casamento tão difícil! As referências ao grego Vangelis são explícitas (uma das músicas repete o mesmo tema da música Hymn do disco Opera Sauvage. Enfim, Eloy encontrou o seu caminho e já se firmou como um dos melhores tecladistas do país.

Músicas: 
1 - Main Title - 4:08 
2 - Troposphere - 12:17
3 - Clouds: a) Nimbus b) Cumulus c) Stratus d) Cirrus 14:30
4 - Stratosphere 4:27
5 - Aurora Borealis 
6 - Ionosphere 7:20
7 - Exosphere 8:53
8 - End Title 4:09

quarta-feira, 19 de março de 2014

Eloy Fritsch - Mythology [2001]

 
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Por Prog Brasil

Quinto disco solo do tecladista da banda Apocalypse. Este é o disco mais eletrônico de Eloy. As músicas são "baseadas na interpretação das características de cada um dos elementos mitológicos escolhidos" e narram a história de diversos deuses da mitologia mundial (grega, romana, brasileira, maia, oriental etc), possibilitando a criação de faixas sinfônicas e solos virtuosos. Junte a isso um equipamento de dar água na boca à qualquer músico e um encarte rico em informações e desenhos e temos neste CD uma aquisição obrigatória para os admiradores de boa música e presença certa na discoteca dos fãs da vedadeira música eletrônica. Eloy não precisa mais provar que não fica nada a dever aos melhores tecladistas estrangeiros: ele é um dos melhores. A faixa Atlantis já entrou para a história da música eletrônica, enquanto Aphrodite é uma balada com piano e as influências costumeiras de Vangelis (aliás, quem o Grego não influenciou?). Shiva mostra um trabalho percussivo de extrema beleza, tonando-se um dos pontos altos do disco. Mythology é para ser ouvido muitas e muitas vezes.

Músicas

1 - The Creation
2 - Inti
3 - Assur
4 - Curupira
5 - Aphrodite
6 - Shiva
7 - Isis
8 - Asgard
9 - Atlantis
10 - Excalibur
11 - Jupiter
12 - Kinich-Ahau
13 - Yang & Yin
14 - Quetzalcoatl
15 - Mermaids

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Eloy Fritsch - Cyberspace [2000]




Quarto disco do tecladista da banda Apocalypse lançado pela Rock Symphony. De todos este é o mais new age, com passagens calmas e pastorais. É claro que existem os momentos progressivos do disco (principalmente as três primeiras músicas). Virtuoso, com claras influências de Vangelis, Jarre e Wakeman, este disco tem tudo para agradar aos ouvintes que adoram desde solos perfeitos à cama de teclados.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Eloy Fritsch - Exogenesis [2012]

 
Por Anderson Nascimento
publicado em 28 de agosto de 2012 no Galeria Musical

Em seu décimo álbum solo, Eloy Fritsh, conhecido músico que também faz parte da clássica banda de Rock Progressivo “Apocalype”, traz trezes novas faixas gravadas em seu estúdio caseiro entre 2011 e 2012, com a força de instrumentos eletrônicos e sintetizadores.

Com arte criada por Maciej Rebisz e MIrek Drozd, artistas europeus especializados em ilustrações de ficção científica, que remetem à criação do cosmos, e a viagem por esses confins, a jornada instrumental inicia com a bela canção “Gaia” que, apesar de ser a primeira estação da viagem, já traz tons épicos.

O disco é recheado de momentos que lembram canções de otimismo, que poderiam muito fazer parte de trilhas de grandes eventos esportivos, por exemplo. Esse é o caso de “Neutron Star”, belíssima faixa inspirada em filmes Sci-fi, que chega aos seis minutos de duração, te envolvendo e empolgando ao longo de toda a sua execução.

Já “Sunshine” tem elementos que remetem ao fim dos anos setenta e início dos anos oitenta, quando os sintetizadores dominavam boa parte dos territórios que haviam sido recentemente explorados pelo Rock Progressivo e pelo Punk.

A saga continua na faixa que dá nome ao disco. “Exogenenis” é inspirada na criação do universo, e na possibilidade de existir vida fora da Terra. Dividida em quatro partes, onde cada uma delas apresenta um movimento distinto, mas que pode ser dividida em momentos mais progressivos (primeira e terceira parte), e mais eletrônicos (segunda e quarta parte).

“Mayan Temple” é carregada de sensações, que chegam a criar um possível cenário ao longo da faixa, urdida com sons de pássaros e gongo, que parece anunciar a chegada de algo ou, quem sabe, alguém.

Entre a beleza de faixas como “Far Above The Clouds”, a Space Music de “Moonwalk”, que chega até a ser um pouco Pop, a tensa “The Ice Sea of Enceladus”, a esperançosa “New Dawn”, e a reflexiva “The Immensity of The Cosmic Ocean”, o disco atravessa nuances distintas, carregando de emoção e sentimentos ao ouvinte que busca sensações que vão além da canção.

Assim é o trabalho de Eloy, músico conceituado, detentor de importantes prêmios, mas que apesar de toda essa experiência, continua cultivando de grande inquietação artística, transformando em músicas suas aspirações e seu incrível talento para tocar e para compor.


Veja também:

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Eloy Fritsch - The Garden of Emotions [2009]

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Eloy Fritsch lança disco de música eletrônica inspirado no Cosmos
publicado originalmente em 13 de outubro de 2008 no PortoWeb


The Garden Of Emotions é a sequência de um projeto instrumental do músico e professor do Instituto de Artes Eloy Fritsch. Focado em sintetizadores, samplers, computadores e teclados eletrônicos, o trabalho mescla sons orquestrais, corais, eletrônicos e concretos, com temas inspirados no Cosmos. O título do disco, que conta com músicas como Space Station, Lumine Solis e Solar Energy, também dá nome à suíte instrumental composta por seis faixas que inicia o álbum.

Eloy, que além de professor é tecladista do grupo de rock progressivo Apocalypse, foi o primeiro a lançar no Estado (Rio Grande do Sul) um disco totalmente composto e gravado por computador, o Dreams, de 1996. Ele também tem no currículo a menção honrosa do Prêmio Açorianos de Música 2009 e a indicação para melhor álbum e melhor compositor nas edições anteriores do troféu. Em entrevista ao PortoWeb, Fritsch comenta sobre o novo trabalho.

PortoWeb - “The Garden of Emotions” foi inspirado no Cosmos, fale um pouco sobre isso:

Eloy - Em todos os CDs deste projeto de música instrumental com sintetizadores busquei alguma inspiração no Cosmos. Alguns álbuns são mais influenciados pelo espaço como é o caso do CD Space Music de 1998 que foi editado apenas na França, outros são menos influenciados como é o caso do Landscapes. Este novo CD possui temas espaciais como Lumine Solis, Solar Energy, Heaven e Space Station. Mas vai além disso, envolve temas exotéricos e místicos que estão presentes também na suíte de abertura formada por seis movimentos com o mesmo título do CD. Esta suíte torna o trabalho mais conceitual, algo que já havia realizado com prazer nos discos Mythology e Atmosphere

PW - Quando e como surgiu a idéia para o novo CD?

Eloy - Surgiu quando criei a primeira versão da Suíte The Garden of Emotions. Eu finalizei a primeira versão em 2004 logo após ter feito o CD Landscapes. A suíte foi lançada no CD Edition #5 da gravadora holandesa Groove Unlimited. Após participei com esta mesma versão na coletânea Brasil Instrumental 2006 pela Editora HMP. Em 2008, para o novo CD, resolvi adaptar ela para seis movimentos criando interlúdios e modificando radicalmente a ordem das sessões. Inclui mais material eletrônico e trechos que havia guardado. O resultado foi uma versão estendida da composição que funcionou melhor para o contexto do novo álbum que a versão anterior.

PW - Quando começou a produção desse trabalho?

Eloy - A produção começou quando realizei, no início de 2009, uma audição do que havia composto nos últimos quatro anos. Assim percebi que já havia material para mais um CD. Ainda compus a Beyond the Mountais e a Lumine Solis em 2009. Ao enviar os áudios para o artista plástico Edgar Franco, ele pintou essa linda capa e criou toda a arte visual do novo CD. Uma arte forte que esta em harmonia com o projeto de composição musical.

PW - Como foi o processo de composição?

Eloy - O processo varia conforme a música. Mas normalmente sento ao teclado eletrônico e vou tocando livremente. Preciso estar sintonizado com a energia criativa e tentar transformar em música as minhas emoções e sentimentos. Tudo é muito espontâneo e sem limites para a criação. Utilizo o computador como um estúdio digital no qual vou registrando o momento da criação sem que importantes detalhes sejam esquecidos ou perdidos. No computador também trabalho o arranjo e a construção de texturas, ritmos e organização das sessões. Neste álbum usei o sequenciador MIDI em apenas uma música. Outras foram criadas em tempo real com recursos dos teclados eletrônicos. Eu queria fazer um álbum com temas bem distintos, então a alternância de técnicas de composição e a fusão entre sons eletrônicos sintetizados, samples, percussão e a voz deu um colorido especial ao trabalho.

PW - Quais as diferenças desse trabalho para os anteriores?

Eloy - Meu trabalho anterior foi uma coletânea de dez anos do projeto com sintetizadores chamado Past and Future Sounds (1996-2006) lançado apenas na França. O último álbum de inéditas foi o Landscapes feito em 2003 e lançado em 2005. Então esse novo disco veio com uma energia diferente acumulada em todos esses anos sem lançar um trabalho com sintetizadores. Apesar de produzir com o Apocalypse três álbuns, escrever um livro e fazer o DVD de Música Eletrônica, senti que precisava registrar e lançar mais essas criações para continuar a crescer e colher o feedback desse projeto. Eu tenho uma necessidade de criar e registrar as composições para depois possa ouvi-las e mostrar as pessoas que apreciam música. O nascimento de um novo álbum é algo maravilhoso porque ele reúne toda a energia de um tempo que passou, mas que ficou armazenada naquela produção. Por isso, não só a música, mas toda a concepção do álbum é significativa para mim.

* The Garden Of Emotions pode ser adquirido pela Internet nas gravadoras MUSEA (França), Sonhos & Sons (Minas Gerais) e CD Baby (USA).


Veja também:
Eloy Fritsch - Behind The Walls Of Imagination [1997]

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Eloy Fritsch - Behind The Walls Of Imagination [1997]

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Segundo álbum solo do tecladista da banda Apocalypse. Um trabalho explêndido que merece ser ouvido.