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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Sergio DiasTributo [2016]


Este trabalho é um tributo virtual sem fins lucrativos e de distribuição gratuita, autorizado por Sérgio Dias e produzido por João Pacheco entre os meses de julho a dezembro de 2015.

Produção das faixas feita pelas bandas participantes, exceto as faixas 02 produzida por Kiko Peres e João Pacheco, 06 produzida por Márcio Okayama e João Pacheco e 07 produzida por Marcos Mamuth e João Pacheco.

Arte de capa feita por Paulo Lima PP graphix.



sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Johnny Love [1988]

Yandex 320kbps



Trilha sonora do filme "Johnny Love" cujo astro principal foi o indefectível Maurício Mattar. No disco o vocal principal é dividido entre Sérgio Dias e uma vocalista chamada Mariza Belmont. Este trabalho gerou um show que fez Sérgio voltar a suas origens roqueiras e entre os músicos que acompanharam a temporada de duas semanas no teatro "Tereza Rachel", no Rio de Janeiro, estava de volta um velho companheiro, Rui Motta na bateria e com a presença de uma vocalista que roubou o show, uma loirinha espevitada com uma voz maravilhosa que ninguém conhecia mas que após uns dois anos ficou muito conhecida na "terra brasilis". Seu nome: Deborah Blando.


A1. Intro Dance 
(Sérgio Dias) 
A2. Prisioneiro do Amor
(Sérgio Dias)
A3. Deixa o Mundo Explodir
(Sérgio Dias)
A4. Panic Dance 
(Sérgio Dias)
A5. Aonde os Sonhos Vão Te Levar
(Sérgio Dias)
A6. Perseguição I
(Sérgio Dias)

B1. Paixão (Tema de Jô)
(Sérgio Dias)
B2. Perseguição II
(Sérgio Dias)
B3. Encurralado
(Sérgio Dias)
B4. Love Theme
(Sérgio Dias)
B5. Pesadelo
(Sérgio Dias)
B6. Aonde os Sonhos Vão Te Levar
(Sérgio Dias)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Sérgio Dias - Jazz Mania Live [2003]

Download


Gravado entre 23 e 26 de julho de 1986, esse belo álbum só foi lançado em 2003 com uma tiragem de apenas 2500 cópias. Aqui podemos constatar mais uma vez toda virtuosidade de um dos maiores guitarristas do Brasil.

Participaram da gravação de Jazz Mania Live:

Sérgio Dias - guitarra
José Lourenço - teclados
Jurim Moreira - bateria
Paul Lieberman - saxofones e flauta
Tony Mendes - baixo

terça-feira, 10 de abril de 2012

Phil Manzanera & Sergio Dias - Mato Grosso [1990]



Por Márcia Tunes

A veia progressiva do Sérgio Dias estava pulsando a mil quando ele compôs e gravou este álbum com o Phil Manzanera. Bonito, sensível, agradável de ouvir, um disco imperdível!

MATO GROSSO 
(Expression, 1990)

1- Mato Grosso - (Sérgio Dias / Phil Manzanera) 
2- The Mission - (Sérgio Dias  / Phil Manzanera) 
3- Pink Dolphin - (Sérgio Dias / Phil Manzanera) 
4- Brazillia - (Sérgio Dias / Phil Manzanera) 
5- Floresta - (Sérgio Dias / Phil Manzanera) 
6- Espiritu - (Sergio Dias / Phil Manzanera) 

Participações: 

Phil Manzanera (bateria programada, guitarra acústica, guitarra elétrica & teclados)
David Kingsley (baixo, teclados & percussão)
Keith Bassey (bateria programada)
Bosco De Oliveira (percussão)

Desenho Da Capa: Foto tirada da região do Mato Grosso pelo satélite LANDSAT
Designed: Fernando Lippa

terça-feira, 13 de março de 2012

Sergio Dias [1980]

Download 128kbps



Por Dárcio Junior em Whiplash

Após a fase Mutantes, Sérgio tornou-se músico de estúdio participando de gravações antológicas como em "Terra" com Caetano Veloso, "Não Chore Mais" com Gilberto Gil, "Naquele Tempo" e "Rua Ramalhete" com Tavito, entre as muitas que gravou.

Em 1980, gravou seu primeiro álbum solo chamado "Sergio Dias". Nesse trabalho tentou pegar um público mais amplo gravando grandes variedades de gêneros como o funk "Não Quero Ver Você Dançar", o reggae "Ai Pirada", o samba "Corações de Carnaval", as pops "O Grão" e "Harigatô-Harakiri", a jazzistica "Brazillian New Wave", além das progressivas "Ventos Cardíacos", "Eunice", "Cromática" e "Tô Sérgio", esta uma pequena homenagem do violinista L. Shankar a Sérgio. O álbum contou com as presenças estrelares de Caetano Veloso, Gal Costa e Jane Duboc além de um estupendo elenco de músicos entre os quais Márcio Montarroyos, Luciano Alves, L. Shankar, Fernando Gama e parcerias como Caetano Veloso, Nelson Motta e Paulo Coelho. Apesar de tudo isso, o álbum não alcançou o sucesso que Sérgio esperava, e, devido a esse fato resolveu tentar a sorte na América indo morar em New York. Ele passou praticamente toda a década de oitenta vivendo seis meses lá e seis meses no Brasil, fazendo eventualmente shows e gravando discos, geralmente de trilhas sonoras.