sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Som Nosso de Cada Dia - Mais Um Dia [2019]

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Eis que depois de algum tempo da volta aos palcos, o Som Nosso de Cada Dia finalmente lança um álbum de inéditas. Bora pressionar o play nesse swingado.


1 Homem Víbora
2 Ficou no Ar
3 Tempos Difíceis
4 Black Rio
5 Mais um Dia
6 Firmeza Total
7 Lixo Per Capita

sábado, 10 de agosto de 2019

Gustavo Guerra - Nada Era A Favor [2013]

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Gustavo Guerra, nascido na cidade de Curitiba - Paraná, músico profissional há 19 anos. Começou seus estudos de guitarra aos 7 anos de idade com o seu eterno mestre, seu pai, Buby Guerra, ex-integrante da banda Aquarius Band, com quem aprendeu os fundamentos essenciais. 

Hoje atua com aulas, shows, gravações, produções e workshops. Sucesso no YouTube desde 2006 com mais de 13 milhões de acessos em seus vídeos com performances virtuosas.

Foi eleito em 2008 como melhor guitarrista no disputadisso concurso Guitar Idol.

Endorser de várias marcas consagradas no mercado nacional e internacional.

Em 2008 foi capa da conceituada revista cover guitarra,onde segundo o editor Chefe Regis Tadeu, foi uma das revistas mais vendidas.

Em 2009 foi convidado por um dos seus patrocinadores internacional a Native Instruments para se apresentar na Namm Show em L.A.

Em 2011 lança seu primeiro álbum Solo, intitulado: "Nada era a favor" em homenagem ao seu pai , Buby....



1 Na Veia
2 Sunset 1030
3 Big Foot
4 Quem Sabe Algum Dia
5 My Wife
6 Oxygen
7 A Casa Caiu
8 Dadiva
9 Que Nenas Sos Vos
10 Nada Era A Favor
11 Lobos Não Tomam Água

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Harppia - 3.6.9. H.A.A.R.P. [2017]

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Por Harppia no site oficial

Este pode ser considerado um dos álbuns de Heavy Metal Nacional mais aguardado de 2017. Quarto álbum da lendária banda Harppia, brinda os fãs com músicas com muita melodia, muito peso e qualidade musical que é a marca registrada da banda. Liderada por Tiberio Luthier, baterista que gravou todos os álbuns anteriores ( A Ferro e Fogo em 1985, SETE em 1987, Harppia´s Flight em 1996) , a banda optou por gravar pouquíssimos álbuns, porém com muita qualidade, com músicas com riffs, melodias e arranjos marcantes, que se tornem clássicos do Metal por muitos anos.

Em 2017, a banda completa 34 anos de estrada, entre muitos desafios e batalhas vencidos um por um sempre com o Tiberio à frente. A banda conta com Tiberio Luthier na bateria, Aya Maki na guitarra, Eric Bruce nos vocais e Joey Fernandes no baixo. 


Faixa 1 – 3.6.9. H.A.A.R.P

3.6.9. São números chaves que detêm a chave da compreensão dos mistérios do universo , segundo Nikola Tesla. H.A.A.R.P. significa Highier Frequency Active Auroral Research Program (em português: Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência), um conjunto de antenas criadas por um barão do petróleo utilizando as teorias e experimentos de Tesla. Os governos de diversas partes do mundo tem usado este complexo de antenas para manipular os climas e forças das naturezas pelo mundo como terremotos, maremotos, furacões e até mesmo as mentes humanas, criando assim armas geofísicas, para subjugar governos menos favorecidos ou forçar alianças ou acordos entre países "aliados". Muitos acham que é só uma teoria da conspiração mas existem muitos depoimentos e estudos de cientistas renomados e independentes confirmando sua existência. Esta primeira música do CD é que dá o nome ao álbum, um instrumental que traz o ouvinte a reflexão e despertar a consciência para a real ameaça que esse projeto representa. 


Faixa 2 – BLACK JOE

BLACK JOE conta a história do Jack Estripador já da visão atual, pois todos nós(o mundo inteiro) já sabemos quem ele é. Só não colocamos o nome da música de Jack Estripador pois já existem muitas com o mesmo título. Faixa 3 – HARPPIA 2.0 HARPPIA 2.0 é uma música instrumental que nasceu de uma Jam. Aya desenvolveu o tema quando entrou na banda, em seguida, o Tibério aprimorou arranjo colocando elementos que tornaram a música bem Harppiana. Tornou-se nossa música de abertura nos shows. Faixa 4 – BLACK ANGEL Black Angel é uma balada pesada que conta a história de uma prostituta, negra e linda que poderia ter seguido a carreira de modelo, mas como veio da pobreza , foi enganada e aliciada para a prostituição até que encontra um cliente que acaba se apaixonando por ela e quer leva-la e constituir uma família com ela. 


Faixa 5 – CAVALEIRO DE FOGO A música CAVALEIRO DE FOGO conta história de um guerreiro que se prepara para a guerra. Na verdade é uma fábula onde a interpretação pode ser livre. Você pode entender como um cavaleiro ou um deus se preparando para seguir sua senda para a libertação. 


Faixa 6 – BALADA

Originalmente ela foi gravada no disco SETE. Esta música tem servido de trilha sonora , inclusive no documentário Brasil Heavy Metal, em homenagem às pessoas queridas que partiram (faleceram). Durante os últimos shows, muitos fãs nos pediram para que a incluísse no repertório. Resolvemos regrava-la, com a produção de Flávio Gutok , ex-guitarrista do Harppia, pois numa conversa informal entre nós ele disse que não tinha ficado satisfeito com o resultado do disco SETE. E aí vocês podem conferir o resultado final. 


Faixa 7 – PROFECIA

Ela foi gravada ao vivo na extinta casa de shows Pirilampus Rock Bar, em Sorocaba. Não temos a data certa pois tocamos muitas vezes lá. Depois fizemos overdubs em um estúdio caseiro. A música é autoria de Hélcio Aguirra, fundador e ex-guitarrista do Harppia que infelizmente não está mais entre nós. Incluímos esta musica como homenagem a ele. Esta música era para ter entrado no primeiro disco "A Ferro e Fogo", mas como ainda se usava fita, e ela acabou no meio da gravação, Profecia ficou de fora. 


Faixa 8 – BEM VINDO AO INFERNO

Ela é uma música incidental, que era usada de trilha sonora antes dos shows do Harppia no final dos anos 80. Muitos fãs da época viviam perguntando sobre ela. Ela é literalmente uma viagem ao inferno onde você ouve uma música misteriosa e tenebrosa entre gemidos, gritos, choros de bebê e risadas de bruxas. É uma jornada para escutar em quarto escuro com aditivos da sua escolha.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Stress - Devastação [2019]

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1 Devastação
2 Fogo E Fúria
3 Soldados Da Fé
4 Motorocker, A Lenda
5 Mundo Cão
6 Sintonia
7 Anjo Perdido
8 Heavy Metal É A Lei
9 Coração De Metal
10 Brasil Heavy Metal
11 BHM Sinfonia

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Hélio Delmiro - Chama [1984]

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A1 Folha Morta
A2 Cerrado
A3 Ad Infinito
A4 Emotiva N°3
B1 Mulher Rendeira
B2 Quarto Minguante
B3 Tua
B4 Chama


Ficha técnica AQUI.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Hélio Delmiro - Romã In Concert [1991]


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A pedido do colega Raul segue esse belo álbum.


A1 Espada De Fogo
A2 Inaiá
A3 Paz No Coração
A4 Carrousel
B1 Caravan
B2 Romã
B3 Só Saudade
B4 Autumn Leave

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Eumir Deodato - Samba Nova Concepção [1964]


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A1 Samba No Congo
A2 Adriana
A3 Estamos Aí
A4 Carnaval Triste
A5 Nanã
A6 Straits Of McClellan
B1 Capoeira
B2 Sonho De Maria
B3 Samba A
B4 Amor De Nada
B5 Coisa Nº 1
B6 A Morte De Um Deus De Sal

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Labirinto - Divino Afflante Spiritu [2019]

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Por Fabio Melo em Groud + Cast

Conheço o Labirinto tem pelo menos uns quatro anos para mais e sei o quanto eles se esmeram muito em trazer sempre o melhor resultado possível para suas canções. Iniciando com o post-rock, gradualmente foram abraçando o metal e pode-se dizer, sem nenhuma dúvida, que este disco representa o lado mais metal que a banda poderia abraçar.

Comparado com Gehenna, seu predecessor, Divino Afflante Spiritu é menos atmosférico e mais pesado, mais denso, com camadas de música e uma sonoridade que vai do sludge mais sujo ao psicodélico, em harmonias cheias de angústia e dor, que resumem a atmosfera dessas músicas. Este nome, aliás, não poderia ser mais interessante, pois trata-se também do nome da encíclica papal escrita pelo papa Pio XII, que pedia uma revisão da bíblia a partir de seus textos originais, não se valendo mais da tradução para o latim. Este nome, em tradução livre, significa “Inspirado pelo Espírito Santo” e este espírito traz à tona toda a série de pensamentos sombrios e tétricos. Destaca-se, mais do que nos álbuns anteriores, a percussão, que tem uma importância maior que as guitarras e ajudam a colocar todos estes elementos em harmonia.

Agnus Dei abre esta obra com uma bateria muito forte e também marca a participação de Elaine Campos nos vocais (ex-Abuso Sonoro e atualmente no grupo Rastilho)), cuja voz traz toda a violência do crust punk / hardcore, que lembra um bocado o Ragana, mas com mais velocidade e ódio. Os sinos dobram a marcam o começo da segunda faixa, Penitência, que tem uma forte presença de música psicodélica e se parece muito com o que foi apresentado no disco anterior, com toda a tristeza de uma música épica e majestosa. A presença do sludge fica ainda maior quando começa Eleh Ha Devarim, música que dá para sentir o peso das guitarras e da bateria, ambos dentro de escalas pouco convencionais, complexas, mas que não te exigem enquanto ouvinte para apreciar este som.

Demiurge é uma música com um ar mais atmosférico, para depois entrar com uma excelente combinação de instrumentos, com muito destaque para a sempre excelente bateria. É uma das faixas mais melódicas, com linhas mais diretas, mas não menos complexas e uma ambientação de sintetizadores que te transportam para uma viagem dentro do lado mais sombrio do ser humano. O momento de calmaria fica com Vigília e seus corais fantasmagóricos, servindo como introdução para Asherdu e seus solos de guitarra bem construídos, numa levada que te ambienta em um cenário de desespero e sofrimento. Para encerrar de forma monumental, a faixa-título Divino Afflante Spiritu resume e sintetiza muito bem todas as outras músicas, sendo a música mais triste, mais sombria e mais densa de todo o álbum, com uma intensidade que ao vivo deve ser algo para ser sentido enquanto se ouve, contando com uma oração no meio da música.

A produção ficou a cargo de Magnus Lindberg, guitarrista e percussionista do Cult of Luna, o que contribuiu bastante para a pegada mais melódica e épica. No geral, nota-se que, ao abraçar o metal como sonoridade, o grupo conseguiu atingir um grau de excelência que coloca todos eles no mesmo nível de grandes bandas internacionais. Divino Afflante Spiritu é acessível para quem não é um grande fã do post-metal, assim como também agrada quem procura por alguma coisa que fuja do convencional.


1. Agnus Dei
2. Penitência
3. Eleh Ha Devarim
4. Demiurge
5. Vigília
6. Asherdu
7. Divino Afflante Spiritu

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Sérgio Benchimol - Ciclos Imaginários [2007]

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1 Terral-II
2 Oregon Mountains
3 Daqui Prali
4 Deposis Da Praia
5 Shadow Valley
6 Ciclos

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Sérgio Benchimol - A Drop In The Ocean, An Ocean In A Drop [2004]

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Este é o primeiro trabalho da carreira-solo de Sérgio Benchimol, guitarrista, tecladista e saxofonista das bandas Semente e True Illusion. A banda que toca neste CD, formada por músicos com bagagem progressiva e jazzística, demonstra muito entrosamento e segurança na execução das músicas. O produção deste CD é um trabalho em conjunto de Sérgio Benchimol, David Ganc (que assina todos os arranjos de sopros e violoncelo) e Fabrízio de Francesco. A gravação e masterização foram feitas no Estúdio Overseas e a capa e o encarte são de autoria de Daniel Geller. 

Na verdade o CD começou a tomar forma em 2.001, quando Benchimol redescobriu composições antigas e começou a rearranjá-las com Ganc, logo após o reencontro dos mesmos para os show das bandas Semente e True Illusion no Rio de Janeiro, no Museu Nacional de Belas Artes, na ocasião das comemorações dos 500 Anos do Descobrimento do Brasil. 

O CD segue um conceito de dualidade herança da época do vinil), como já demonstra o título. Basicamente divide-se em duas partes. A primeira (o lado A) é um pouco mais “leve”, onde predom

inam piano e violão, com presença constante de bateria, flauta, violoncelo, percussão e oboé. O mellotron e o saxofone aparecem em alguns solos e bases. Vai até a oitava música. A segunda parte já é um pouco mais pesada, com uma fusão perfeita de rock e jazz. Guitarra, moog e saxofone juntam-se à bateria, com andamentos e compassos complexos, lembrando um pouco a escola britânica Canterbury dos anos 70, com leves toques de jazz. Enfim, o CD é uma fusão perfeita de rock, jazz, folk (atenção para 49a porta, com bandorim, flauta e guitarra) com espaço para alguns improvisos. 


1 Terral
2 Jonelas Do Ceu
3 Memorias De Viagens
4 Bamibdar
5 Toca Da Cigarra
6 Bossa Rio Jazz Walz
7 Jardim Dos Delicias
8 Maracatu
9 Maria
10 The Hunt
11 Falling Times
12 Exodus
13 A Drop In The Ocean
14 A Rocha E O Mar
15 Unpack Bagus
16 Estrelas Do Amanhecer
17 49 Porta
18 Carrossel
19 The Last Call

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Meireles e Os Copa 7 - Tropical [1969]

Mega .flac

A1 Sombrero Sam
(Charles Lloyd)
A2 Taboo
(Margarita Lecuona)
A3 The Jody Grind
(Horace Silver)
A4 Fuego
(Donald Byrd)
A5 Barefoot Sunday Blues
(Ramsey Lewis)
B1 The Gringo
(Horace Silver)
B2 Tropical
(J. T. Meirelles)
B3 Poinciana
(Buddy Bernier, Nat Simon)
B4 On Green Dolphin Street
(Kaper, Washington)
B5 Summertime
(Dubose Heyward, George Gershwin)

domingo, 23 de junho de 2019

Meirelles e Os Copa 5 - Esquema Novo [2005]

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Por Luiz Fernando Vianna em Folha de S. Paulo

Atento às invenções, J.T. Meirelles renova seu som histórico

João Theodoro Meirelles tinha apenas 23 anos quando fez para o primeiro disco do então Jorge Ben, "Samba Esquema Novo", alguns arranjos, entre eles o de "Mas que Nada", uma das músicas brasileiras mais gravadas no mundo. Hoje, 42 anos depois, ele lança o CD "Esquema Novo" para evocar o momento histórico e, como o título deixa claro, mostrar que está sempre se renovando.

"É diferente daquela época porque agora existem outros ritmos, outros instrumentos, o piano elétrico, e eu utilizo tudo isso", diz J.T. Meirelles, saxofonista, flautista, compositor e um dos criadores do samba jazz. Sua capacidade de avançar sem deixar de ser fiel às invenções de quatro décadas atrás fica clara na faixa-título, em que dá uma roupagem funk à famosa introdução de "Mas que Nada".

O mesmo pode-se dizer de "Aboio", "Solo", "Neurótico", "Quintessência", temas seus que ele já tinha gravado ou que constam de discos de parceiros de samba jazz, como o baterista Edison Machado e o pianista Sérgio Mendes, que em 1964 registrou "Neurótico" ao lado do Bossa Rio.

"Esse disco [de Mendes] tem aquele famoso subtítulo: "Você ainda não ouviu nada!". E não dá para ouvir nada mesmo, porque o Sérgio, como queria tocar em rádio, só deixou os músicos fazerem uns solos curtos", afirma ele, que em todas as 12 faixas abre espaço para improvisações.

Meirelles é muito sincero no jeito de falar, talvez por não ter muito a perder. Com os arranjos que fez nos anos 60 e os discos "O Som" (64) e "O Novo Som" (65), poderia ter se consagrado. Mas acabou ficando em segundo plano na história da bossa nova.

Em 2001, foi redescoberto tocando na loja de discos Modern Sound, no Rio, e reengrenou a carreira. A Dubas relançou em CD seus dois discos clássicos e gravou um novo "Samba Jazz!!" (2002). "Resolvi assumir minha porção de músico instrumental brasileiro e botar meu time em campo, senão ia ficar tocando em barzinho por dez merrecas. Em relação ao que era, minha profissão acabou", diz ele, que toca este fim de semana no Sesc Pompéia.

Mas as palavras enganam. Meirelles gosta muito de fazer shows, e muito dos arranjos que executa em "Esquema Novo" são frutos de suas apresentações, como os de "Vera Cruz" (Milton Nascimento) e "Casa Forte" (Edu Lobo). Recriou "Naima", de John Coltrane, acrescentando trompete e mais leveza à versão original.

Sua constante renovação também está nos músicos que o acompanham. Por trás da marca Copa 5, como sempre batizou seu conjunto, hoje estão artistas bem mais jovens que ele. O grande som de Meirelles é sempre um novo som.



1 Asa Delta
2 Aboio
3 Esquema Novo
4 Vera Cruz
5 Kary E Oka
6 Céu E Mar
7 Naima
8 Solo
9 Neurótico
10 Capitão Do Mato
11 Casa Forte
12 Quintessência

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Meirelles e Os Copa 5 - Samba Jazz!! [2002]

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1 Pinta Lá
2 Beco do Gusmão
3 Senzala
4 Copa 5
5 Mandinga
6 Última Página
7 Não Tem Caô
8 Sudeste
9 Samba Jazz
10 Lembranças

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Camille Claudel - Angústia [2019]

Link oficial


Por Mário Alencar

A atmosfera clássica no shoegaze de ''Angústia'', o 2o disco da banda Camille Claudel, de Volta Redonda (RJ). Reverbs lado a lado de delays, chorus, formando mil paredes de fuzz que ultrapassam os vocais ecoando sussurros em português. 

Camille Claudel é a junção do que é o post-rock atual com o shoegaze ''dazantigas'', ou o shoegaze que poucos realmente conhecem: Flying Saucer Attack, Astrobrite, Lilys, sem esquecer que Camille Claudel também é noise pop em algumas passagens, como a ''doce trip'' introspectiva de ''Mais um Cigarro'', vai fazer com que você recorde sim de My Bloody Valentine, Cocteau Twins, Slowdive. 

O EP que compõe 5 faixas com letras existenciais abordando os temas morte, solidão e esquecimento, horas noise, horas post-rock, horas dream pop, até um clima de post-metal vai entrar nesses ares, conhecem Jesu?! Nas faixas mais longas, como a que leva o nome do disco, inicia-se numa introdução suave e melancólica sem desligar os pedais de distorções que logo mais a canção entra num estado de raiva e insanidade e assim, ela retorna para o seu berço pleno, que chama a atenção do ouvinte convidando-o para dançar consigo mesmo ao belo coro que diz: ''No último dia, o seu peso era tão leve - Eu te carreguei e te deixei lá sozinha'' enquanto que uma batida firme e marcante leva ao fim do registro. 

''Angústia'' marcará uma era no cenário do ''rock triste com guitarras à frente de tudo''. É um EP que te provoca arrepios e calafrios numa madrugada intensa, analisando num contexto poético da coisa! 

A banda é formada por Frederico Griman (Guitarra e vocais), Luiza Griman (Contrabaixo), Túlio Freitas (Bateria) e Rafael Inácio (Guitarra), e merecem os méritos pelo trabalho em ''Angústia''; com certeza deixarão um legado nesses tempos de hoje da música subterrânea e artística. 


1. Imundice
2. Mais Um Cigarro
3. Outra Mente
4. Caracol
5. Angústia

terça-feira, 11 de junho de 2019

Kingargoolas - Dr. Gori Is A Tiki [2018]

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Surf music direto de Guarapuava/PR.


1. Dr. Gori is a Tiki
2. O Álibi De Abnadabe
3. Redemption Road
4. Gimme Gamma Ray