terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Clube Leonor - Novas Mudanças [2012]

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Exaltar a música poética, utilizando como referências o Folk e o Rock'n'Roll é o principal objetivo do Clube Leonor, formada em 2009 por Leonardo Cósz, Rodrigo Cósz e Marcos Vinícius; em 2011 Marcio Menechini e janeiro de 2012 Elton Pelegrini se juntaram ao grupo.

Em 2012 é lançado o álbum "Novas Mudanças", gravado no estudio G2 e produzido pelo seu guitarrista Marcio Menechini, em conjunto com a banda - trabalho que pode ser ouvido e baixado gratuitamente. As 11 canções do álbum são executadas de forma clara e simples levando em consideração o lirismo e sonoridade, detalhes e sinceridade sendo pontos imprescindíveis, se tornando uma característica da banda.

Integrantes:
Leonardo Cósz - Voz e violão
Marcio Menechini - Guitarra e Backing vocals
Marcos Vinicius - Contra-baixo
Elton Pelegrini - Teclados
Rodrigo Cósz - Bateria e Backing vocals

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Inocentes 30 Anos [2011]


"Inocentes 30 Anos" é um documentário sobre uma das primeiras e mais importantes bandas de punk do Brasil. O filme relembra a trajetória do Inocentes, revela as histórias dos integrantes e discute o movimento punk sem destruir o sistema. Com Anselmo Monstro, Clemente Nascimento, Nonô, Ronaldo Passos. Participações especiais de Wander Wildner (Replicantes), Sandra Coutinho (Mercenárias), Mauricinho (primeiro vocalista do Inocentes).

FICHA TÉCNICA

Direção: Carol Thomé
Co direção: Duca Mendes
Imagens: Carol Thomé e Duca Mendes
Produção: Seiseum Audiovisual
Roteiro e edição : Carol Thomé
Colorista: Carol Thomé
Mixagem: Duca Mendes
Finalização: Carol Thomé e Duca Mendes
Direção de Arte: Duca Mendes e Marcelo Magalhães
Animação: Duca Mendes
Trilha Sonora: Inocentes
Duração: 29'
Gênero: documentário

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Bufo & Spallanzani [2001]

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A trilha sonora de Bufo & Spallanzani marca uma dupla reestréia do ex-guitarrista do Legião Urbana – como compositor solo e como autor de música para cinema. Um tipo de música, aliás, a que seus fãs não estavam acostumados. Transitando entre o eletrônico e o acústico, Dado Villa-Lobos concebeu um score que, embora sem trair suas raízes no rock, atua com sutileza sobre as imagens e as expectativas do público. Uma percussão aliciante, combinada com guitarras e ruídos eletrônicos, ajuda a compor o mix de realismo urbano e mistério policial buscado pelo diretor Flávio R. Tambellini. A trilha fez o hit Dentro de Ti, interpretado pela saudosa Cássia Eller, e lançou no mercado um novo autor cheio de talento e personalidade. (Academia Brasileira de Cinema)
Faixas


1 Piretrum partenium (Dado Villa-Lobos)
2 O mal é contagioso (Fausto Fawcett, Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher)
3 Bufo & Spallanzani: dentro de ti (Humberto Effe, Dado Villa-Lobos)
4 Bocaina (Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher)
5 Polaroid e pistola (Dado Villa-Lobos)
6 Persecution (Gustavo Dreher)
7 A valsa (Humberto Effe, Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher)
8 O teclado sintético (Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher)
9 Natureza (Humberto Effe, Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher)
10 Spallanzani (Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher)
11 O apartamento de Ira (Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher)
12 Boate estaca (Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher)
13 Galeria Menescal (Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher)

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Cavalo Vapor - Greatest Little Hits [1997]

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Por Vandinho em Metal Command

Uma banda Paulistana de Hard Rock que vale a pena conhecer. O Cavalo Vapor nasceu no bairro da Pompéia, tradicional bairro “rockeiro” da cidade de São Paulo, de onde surgiram bandas renomadas como Os Mutantes e os primeiros projetos de Rita Lee. Fundada pelos irmãos Luiz e Oscar Sacoman. No ano de 1997 a banda lançou o CD “Greatest Little Hits” produzido por Paulo Zinner (Golpe de Estado, ex-Rita Lee). Durante as gravações surgiram algumas participações especiais como a da cantora Sylvinha Araújo, Andria e Ivan Busic (Dr Sin) nos backing vocals e a participação super especial de Ian Gillan, vocalista do Deep Purple, em um incrível solo de gaita na introdução do blues “Antes Só”. Uma das características da banda são as letras das músicas, todas em português. O primeiro vocalista da banda foi o grande Nando Fernandes, que ficou conhecido por suas apresentações no programa Raul Gil, onde concorria numa espécie de show de calouros. E também por fazer parte da banda Hangar, onde gravou um álbum (The Reason Of Your Conviction), por sinal, o melhor da banda, mas acabou saindo por motivos pesssoais.

A banda é formada atualmente por Luiz Sacoman (guitarra), Fernando Nova (vocal), Sandro Big Head (bateria), Delfin Rolán (teclado), Marcos Peres (guitarra) e Paulo Soza (baixo, Tempestt). Enfim, O Cavalo Vapor é uma banda que realmente vale a pena ouvir.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Nei Lisboa - Cena Beatnik [2001]

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Por Marcelo Costa
publicado no Scream & Yell

Nei Lisboa é idolatrado no sul do país. Lá, seus álbuns vendem bem e a pirataria que copiava em CDR os dois álbuns de Nei lançados pela EMI nos anos 80 (Carecas da Jamaica e Hein?) obrigou a major a fazer uma edição em CD dos discos.

Cena Beatnik é o sétimo álbum da carreira do bardo e quebra um silêncio de nove anos sem material original, já que o último álbum, Hi Fi, buscava inspiração em 14 covers que iam de Rolling Stones (Ruby Tuesday) e Beatles (Norwegian Wood) até Elton John (Bennie & The Jets) e Paul Simon (Fifty Ways To Leave Your Lover).

Na canção que abre Cena Beatnik e dá título ao trabalho, Nei tenta justificar sua música cantando: "Já no 'passa nada' / já nem peço por favor / eu tô abrindo a estrada / que chega aonde eu for / eu tô na madrugada / tô na chuva pelo calor / eu tô na luta armada / disfarçado de cantor".

As letras continuam sendo o diferencial carregando nas aliterações que Humberto Gessinger emprestou dele e não devolveu mais (assim como o guitarrista Augusto Licks, que era da banda de Nei nos primeiros álbuns do bardo e saiu para ser um Engenheiro a partir de A Revolta dos Dandis).

Dessa forma, ainda em Cena Beatnik, a música, Nei canta: "E o acaso me deixou na porta da tua casa / faz silêncio e faz de conta que já me esperava" ou "O mundo é do vivos / o mundo é dos bancos / e os bancos dos mendigos", da ótima Produção Urgente. As melodias alternam rocks suaves com baladas sutis.

O repertório não chega a tocar o brilho de Carecas da Jamaica nem a força trágica de Hein?, mas une canções que são um belo atestado de sobrivência / independência de um artista que - com vinte anos de carreira nas costas, mesmo longe demais das capitais - ainda usa seu inspirado cinismo poético para escrever mais um - belo - capítulo da música popular brasileira.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Heraldo do Monte [1980]

 
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Iniciou sua carreira profissional em Recife, acompanhando cantores em boates. Em 1956, mudou-se para São Paulo. Fez parte do conjunto de Walter Wanderley e do quarteto de Dick Farney. tocando guitarra, viola caipira e cavaquinho.

Em 1960, teve seu primeiro trabalho como músico registrado em disco de Walter Wanderley e, mais tarde, nas faixas "Fim de caso" (Dolores Duran) e "My funny valentine" (Rodgers e Hart), em disco gravado por Dolores Duran.

Ainda na década de 1960, lançou os LPs "Heraldo e seu conjunto" (1960), "Dançando com sucesso, vol.1" (1961) e "Dançando com sucesso, vol. 2" (1962).

Gravou com os Sincopados, em 1965, escrevendo arranjos para algumas faixas do LP. Recebeu, ainda nesse ano, os troféus Guarani e Roquette Pinto, este último como integrante da Orquestra de Carlos Piper.

Fez parte, ao lado de Airto Moreira e Theo de Barros, do Trio Novo, ao qual Hermeto Pascoal viria a se juntar, formando o Quarteto Novo, com o qual gravou, em 1967, o LP "Quarteto Novo", lançado pela Odeon, que incluiu em seu repertório a canção "Síntese", de sua autoria. Recebeu, como integrante do Quarteto Novo, o Troféu Roquette Pinto e, por duas vezes, o Troféu Imprensa.

Participou da Orquestra da TV Tupi em 1969. Acompanhou Michel Legrand (Teatro Municipal de São Paulo), Hermeto Pascoal (Banana Progressiva), Zimbo Trio e outros artistas em shows promovidos pela Prefeitura de São Paulo.

Atuou em várias gravações.

Lançou, em 1970, o LP "O violão de Heraldo do Monte".

Em 1980, gravou o LP "Heraldo do Monte".

Em 1982, lançou, com Elomar, Arthur Moreira Lima e Paulo Moura, o LP "ConSertão".

Ainda na década de 1980, gravou os LPs "Cordas vivas" (1983) e "Cordas mágicas" (1986).

Em 1988, participou do Festival de Jazz de Montreal (Canadá).

Recebeu por duas vezes consecutivas o Prêmio Sharp na categoria de Melhor Arranjador, pelos discos gravados por Dominguinhos em 1994 e 1995.

Apresentou-se em shows, acompanhado do percussionista João Paraíba e do guitarrista Luís do Monte.

Dividiu com o Duofel um CD de uma série que reuniu grandes instrumentistas brasileiros.

Ao longo de sua carreira, atuou com vários artistas como Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Edu Lobo, Zimbo Trio, Geraldo Vandré, Johny Alf e Michael Legrand, entre outros.

Lançou, em 2000, o CD "Viola nordestina" e, em 2003, com Teca Calazans, o CD "Teca Calazans & Heraldo do Monte".

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O Terno - 66 [2012]

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"...é uma banda de rock'n'roll de São Paulo formada por Tim Bernardes, 22 (voz e guitarra), Victor Chaves, 22 (bateria), e Guilherme d'Almeida, 23 (baixo). Na ativa desde 2009, a banda lançou em junho de 2012 seu primeiro disco, "66", de forma independente. Desde seu lançamento, em show lotado no Auditório Ibirapuera em São Paulo, o disco foi considerado pelo jornal O Globo como "um dos mais impressionantes discos de estreia de uma banda brasileira" e colocado entre os 25 melhores álbuns brasileiros de 2012 pela revista Rolling Stone Brasil.​
"66" se divide em Lado A e Lado B. O primeiro traz cinco composições da banda, enquanto o segundo conta com cinco versões do trio para músicas de Mauricio Pereira (Os Mulheres Negras), que participa do Lado B com voz e sax. No disco, participam ainda Marcelo Jeneci no órgão Hammond e Dino Vicente (Joelho de Porco/Som Nosso de Cada Dia) tocando mini-moog.
A faixa-título, "66", rendeu o primeiro clipe da banda, produzido pela Alaska Filmes com direção de Marco Lafer e Gustavo Moraes. O vídeo, que conta com os integrantes em diversos cenários - inclusive com a banda tocando embaixo d'agua - foi premiado na categoria Clipe do Ano do Prêmio Multishow 2012 e Aposta MTV no VMB 2012.
Ainda em 2012, O Terno foi banda base para o especial de final de ano da TV Cultura, no programa Cultura Livre, no qual tocou com 18 artistas da nova cena musical brasileira, como Tulipa Ruiz, Karina Buhr, Rafael Castro, Felipe Cordeiro, Kiko Dinucci, Rael, entre tantos outros. No Prêmio Multishow do mesmo ano, se apresentou com Nando Reis e Arnaldo Antunes, além da participação do Som Brasil Tropicália da rede Globo.
Em 2013, os jovens gravaram duas músicas do recém lançado EP de Tom Zé, "Tribunal do Feicebuqui" (no qual Tim assina duas parcerias com Tom Zé, e uma delas também com Marcelo Segreto). Ainda nesse ano, a banda concorreu ao Prêmio Multishow 2013 na categoria "Melhor Canção" com a música "Harmonium" e é atração confirmada do festival Planeta Terra, que acontece dia 9 de novembro.
Desde o lançamento do disco a banda tocou em diversas cidades, como Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis e Curitiba, e continua na estrada. O repertório do trio vai além de "66": uma nova leva de composições que farão parte do próximo álbum já faz parte dos shows."

Fonte:
O site da banda, acesse; www.oterno.com.br

sábado, 4 de janeiro de 2014

Leo Gandelman - Solar [1990]

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Terceiro álbum de Leo Gandelman, onde conseguiu impressionantes 70 mil cópias vendidas, o que é um número significativo para um álbum instrumental no Brasil.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Herod Layne - Absentia [2010]

 
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Do Site Oficial da banda

A banda de post-rock brasileira Herod Layne - Sachalf (guitarras), Elson (baixo, guitarras), Lippaus (guitarras), Johnny (bateria) - anuncia o lançamento do novo álbum, chamado Absentia. O álbum contém sete músicas e tres faixas incidentais, e foi gravado durante o período de seis meses."
Absentia é um trabalho sobre perdas", explica o guitarrista Sachalf. "Passamos por alguns problemas pessoais recentemente, e esses sentimentos foram invariavelmente absorvidos nas canções", completa. "Apesar de ser uma banda principalmente instrumental, tentamos expressar esses sentimentos através da música", diz o baterista Johnny. Tais sentimentos podem ter sido expressados na própria estrutura das canções, já que o álbum traz faixas calmas e ambientes com outras de acentuação mais pesada. "Nós gostamos de extremos", diz o baixista Elson. "Com isso, escrevemos músicas como 'Drug-Induced Inertia' que é mais pesada e com mais guitarras, e 'Absentia', que é meio que um mantra baseado em efeitos de guitarra", completa. O álbum ainda contém longos crescendos no estilo das faixas mais antigas da banda, e também "300-Megaton Lullaby", faixa que traz inesperados vocais. "A música era originalmente instrumental, mas acabamos escrevendo letras e uma linha vocal e vimos que ficaria legal", explica Sachalf.

As imagens que formam o trabalho gráfico foram feitas durante a turnê da banda pelo Canadá, em 2009. A capa é uma casa abandonada encontrada no meio de uma estrada em Ontario. "No momento em que vimos a casa já sabíamos que tínhamos uma capa de um disco, não importa que disco fosse", diz Elson. O trabalho ainda traz uma novidade - Lucas Lippaus (Gray Strawberries, s.o.m.a.) acabou de se juntar à banda para tocar a segunda guitarra.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Nenhum de Nós [1987]

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Por Durango 95

O 1º disco do Nenhum de Nós, álbum homônimo, com 10 faixas, é lançado em 1987. Consagrando seu “carro-chefe”, “Camila, Camila”, seu clássico absoluto – canção mais executada em rádios no ano de 1988/89. Nessa obra vê-se claramente a influência New Order da banda embalada pelo seu caldeirão de inspirações. Sonoridade desde sempre original - destaque para a música “Adeus” , última faixa do lado A. O grupo já assumia a característica de compor músicas extensas e letras lógicas. Tratando temas sociais, relacionamento, viagem interior. A última faixa do lado B traz uma participação especial bem interessante: Vitor Ramil – por telefone!!! Esse disco não foi lançado em CD até hoje tornando-se uma raridade e objeto de desejo dos fãs mais novos.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Poços & Nuvens - Ano Veloz Outono Adentro [1998]

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Do Site Oficial

Em Ano Veloz Outono Adentro (acima), as músicas se desenrolam no âmbito de um ano, começando num outono, passando por todas as estações e finalizando no outro outono.

As letras em português refletem, entre outros temas, a busca de uma relação mais próxima do homem com a natureza, a passagem do tempo e as estações bem como a procura de um mundo melhor. A banda recebeu influências de O Som Nosso de Cada Dia, O Terço, A Barca do Sol, Rush e Jethro Tull.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O Som do Vinil - Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets

Charles Gavin entrevistando alguns dos músicos que participaram da gravação desse clássico.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Luiz Bonfá - Merry Christmas With Luiz Bonfá [2012]

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Entrando no clima natalino ouvindo jazz e bossa nova com o sempre ótimo Luiz Bonfá.

01. Batucada (Original Mix) - Luiz Bonfa
02. Over the Rainbow (Original Mix) - Luiz Bonfà, Jorge Henrique
03. Minha Saudade (Original Mix) - Luiz Bonfa
04. Perdido De Amor (Original Mix) - Luiz Bonfà, Ed Lincoln
05. Calypso Minor (Original Mix) - Luiz Bonfa
06. Shearing (Original Mix) - Luiz Bonfa
07. Pernambuco (Original Mix) - Luiz Bonfa
08. Island of Trindade (Original Mix) - Luiz Bonfa
09. Old Times (Velhas Tempos) (Original Mix) - Luiz Bonfa
10. Trinidad (Original Mix) - Luiz Bonfà, Ed Lincoln
11. Indian Dance (Original Mix) - Luiz Bonfa
12. Nelly (Original Mix) - Luiz Bonfa
13. Yesterdays (Original Mix) - Luiz Bonfa
14. Bonfabuloso (Original Mix) - Luiz Bonfa
15. Marajo (Original Mix) - Luiz Bonfa
16. Luzes Do Rio (Lights of Rio) (Original Mix) - Luiz Bonfa
17. Cancao De Outono (Original Mix) - Luiz Bonfa
18. Night and Day (Original Mix) - Luiz Bonfa
19. A Chuva Caiu (Original Mix) - Luiz Bonfa, Antonio Carlos Jobim
20. Bagpipes (Original Mix) - Luiz Bonfa
21. Sambolero (Original Mix) - Luiz Bonfa
22. Garoto (Original Mix) - Luiz Bonfa
23. Fanfarra (Fanfare) (Original Mix) - Luiz Bonfa
24. Marcha Escocesa (Scottish March) (Original Mix) - Luiz Bonfa
25. Na Baixa Do Sapateiro (Original Mix) - Luiz Bonfa
26. Amor Sem Adeus (Love Without Goodbye) (Original Mix) - Luiz Bonfa
27. I'll Remember April (Original Mix) - Luiz Bonfa
28. Arabesque (Original Mix) - Luiz Bonfa
29. Manha De Carnaval (Original Mix) - Luiz Bonfa
30. A Brazilian in New York (Original Mix) - Luiz Bonfa
31. Variacoes Em Violao (Variations On Guitar) (Original Mix) - Luiz Bonfa
32. Carnaval De Ontem (Original Mix) - Luiz Bonfà, Jorge Henrique
33. Blue Madrid (Original Mix) - Luiz Bonfa
34. Samba De Orfeu (Original Mix) - Luiz Bonfa
35. Adios (Original Mix) - Luiz Bonfà, Jorge Henrique
36. Prelude to Adventure in Space (Original Mix) - Luiz Bonfa
37. Tenderly (Original Mix) - Luiz Bonfa
38. Agora E Cinza (Original Mix) - Luiz Bonfà, Ed Lincoln
39. Preludio (Original Mix) - Luiz Bonfa
40. E Quiero....Dijiste (Original Mix) - Luiz Bonfà, Jorge Henrique
41. Carnival (Original Mix) - Luiz Bonfa
42. Uma Prece (Original Mix) - Luiz Bonfa
43. Seringueiro (Original Mix) - Luiz Bonfa
44. Chopin (Original Mix) - Luiz Bonfa
45. Brasilia (Original Mix) - Luiz Bonfa
46. Lonely Lament (Original Mix) - Luiz Bonfa
47. Murder (Original Mix) - Luiz Bonfa
48. The Song Is You (Original Mix) - Luiz Bonfà, Jorge Henrique
49. Quebra Mar (The Seawall) (Original Mix) - Luiz Bonfa
50. George Back in Town (Original Mix) - Luiz Bonfa

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Forsik - Bicho Caveira [2013] EP

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Por Daniel Silva
publicado em 3 outubro de 2013 no Rifferama

O trio ForsiK levou mais de um ano para finalizar o EP “Bicho Caveira”, que será lançado hoje, dia 3, no General Lee, em Florianópolis, com abertura da Eletromotriz, de Garopaba. Formado em 2010 pelo baterista Leandro Vidal, a formação do grupo só se estabilizou quando o baixista Afonso Baleeiro assumiu os vocais. O guitarrista Marcelo Marini está desde o começo do projeto.

Curiosamente, nenhum dos integrantes nasceu em Santa Catarina. Todos vieram a trabalho ou estudo (de MG e PR) para a Capital e se tornaram amigos por causa da música, que no caso da ForsiK é pesada, suja e agressiva, algo na linha do Red Fang, com bastante influência de Black Sabbath e Motörhead.

O stoner rock/heavy metal da banda foi moldado nos inúmeros ensaios no estúdio Pimenta do Reino, onde o “Bicho Caveira” foi gravado, masterizado e remasterizado em um longo processo, mas que deixou os integrantes da ForsiK mais do que satisfeitos com a sonoridade encontrada, como contou ao Rifferama o baterista Leandro Vidal.

- Desde que a banda surgiu ensaiamos sempre lá. Acredito que isso tenha ajudado muito no processo de gravação, pois nos sentimos em casa e, além de conhecermos bem os profissionais que trabalham lá, eles conhecem a nossa proposta. Como se tratavam de três músicas, estávamos bem preparados e gravamos tudo em quatro finais de semana (em julho de 2012). Em novembro a primeira masterização saiu com um resultado muito bacana e nesse ano remasterizamos as músicas novamente. O resultado ficou surpreendente.

A ForsiK tem outras cinco músicas prontas para irem para o futuro disco da banda, que pode ser lançado também em formato físico, caso surja o contato com algum selo. A resposta das pessoas ao EP tem empolgado o trio, que foi batizado com essa palavra (junção de Force/Força e Sick/Doente) que representa os opostos que as pessoas vivem no dia a dia, frustrações, motivações, etc., buscando o equilíbrio entre esses extremos para seguir em frente, segundo Vidal.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Eduardo Araújo - Pelos Caminhos do Rock [1975]

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Por Márcio Aquino em Tarati Taraguá

Em 1975, Eduardo Araújo fazia um rock da melhor qualidade. Estava lançando um excelente disco: Pelos Caminhos do Rock, e fazia parte de um grupo de artistas que surgiram na Jovem Guarda, e após o fim do movimento continuaram fazendo rock, de uma forma mais madura e radical. Hoje ele nada lembra o cantor de rock que já foi. Costuma se apresentar com um chapelão de vaqueiro, cantando um country meio sertanejo e chato. Mas seu passado é glorioso, como cantor e compositor que fazia soul e rock de primeira. Não é à toa que na época, a revista Pop fez com ele uma matéria intitulada "Eduardo Araújo Rockeiro de Corpo e Alma":

"Rockeiro que não evolui perde público". É assim que Eduardo Araújo, um cara que, na época da jovem guarda já levantava muita poeira na estrada do rock, explica as mudanças que sua imagem vem sofrendo de uns tempos para cá. "Na verdade, essa mudança começou há alguns anos. Quando o pessoal da Jovem Guarda saiu do iê-iê-iê e entrou na onda da musiquinha romântica tipo dor-de-cotovelo, eu caí fora e comecei a fazer o 'bolero eletrificado', que era uma música muito mais brasileira. E mandei brasa em "Maringá" e "Chuá-Chuá", por exemplo. Depois evoluí bastante tocando guitarra e passei a elaborar novos arranjos. Estou sempre acompanhando o movimento da música que se faz lá fora, mas acho que o nosso rock tem de ser diferente, autêntico."

Para ele, rock não é apenas ritmo, mas toda música que se faz hoje para os jovens. Uma música com mensagem e que pode ser até samba: "O Milton Nascimento é um dos melhores rockeiros do Brasil". Entusiasmado com seu novo show, que já apresentou no Rio e em São Paulo e vai agora para todas as capitais, e com o LP Pelos Caminhos do Rock, que tem até som latino, Eduardo Araújo mostra uma fé inabalável no sucesso do rock brasileiro: "Os rockeiros ainda são perseguidos e têm muitos problemas com a censura. Mas é só a gente resolver certos grilos, e o rock vai estourar de verdade por aqui". Ele acha que, é preciso liberar festivais ao ar livre para o público conhecer os conjuntos novos, já que as gravadoras pouco se interessam por eles.

Provando que acredita realmente nesse trabalho jovem, Eduardo Araújo acaba de fundar a Pirata Gravações Musicais, que vai botar muito rock novo na praça. "Mas é importante também que os músicos simplifiquem os arranjos, fazendo um rockão com raízes brasileiras, que leva o público a participar. Daí pra frente, ninguém consegue segurar o movimento: "A não ser que os rockeiros insistam em continuar agindo dessa maneira, tão desunidos. "Mas a gente precisa dar uma grande força. Afinal, alguma coisa tem de acontecer com a juventude brasileira."


A1 Construção
A2 Pelos Caminhos Do Rock
A3 San Juan De Puerto Rico
A4 Era Um Idolo
A5 Alergia De Viver
B1 Na Baixa Do Sapateiro
B2 Amor Escuro
B3 Abracadabra
B4 Os Cães Ladram E A Caravana Passa
B5 Deus Lhe Pague