sexta-feira, 27 de março de 2015

Meus Dias de Rock - Temporada 1 Episódio 7 [2015]

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Episódio 7, Temporada 1

Hoje tem festa da galera e Alexandre rouba a cena... mas Martha, tão bela quanto fera, não ta gostando nada disso. A noite vai pegar fogo!

quinta-feira, 12 de março de 2015

Guitars on the Road [2015]

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Álbum virtual, lançado em março de 2015, que conta com a participação de alguns dos principais guitarristas brasileiros.


01-Having Some Fun (Rafael Bianzeno)
02-Ponto de Partida (Marcelo Novaes)
03-MetalVulcan (Sérgio Casalunga)
04-Ed Capeta Vai á Praia (Luiz Oliveira)
05-Espelhos (André Cambuzano Briuza
06-Cantiga da Pedrada Pt. I (Valdir Rocha )
07-Isabela (Michel Caramelo)
08-G7 BLUES (Joe Moghrabi)
09-Summer play (ZIV)
10-Correndo na Veia com Trio D'Alma (Mozart Mello - Ulisses Rocha - André Geraissati)
11-Repentes (Ricardo Primata)
12-Corner Of The Goddess In The Desert (Cauê Leitão)
13-Anjo-Forte (Wellington-Schneider)
14-Poseidon (Fernando Alvarenga )
15-Synthetic-Inoxia (Isa Nielsen)
16-Sounds of Silence (Vandré Nascimento )
17-Exobiologia (Marcio Okayama)
18-Cyber Sex (Thiago Oliveira)
19-Matrix (Leonardo Santos)

20-Having Some Fun (Rafael Bianzeno) bônus track
21-Ponto de Partida (Marcelo Novaes) bônus track
22-MetalVulcan (Sérgio Casalunga) bônus track
23-Ed Capeta (Luiz Oliveira) bônus track
24-Cantiga da Pedrada (Valdir Rocha) bônus track
25-G7 Blues (Joe Moghrabi) bônus track
26-Summer Play (ZIV) bônus track
27-Repentes (Ricardo Primata) bônus track
28-Corner Of The Goddess In The Desert (Cauê Leitão) bônus track
29-Anjo Forte (Wellington Schneider) bônus track
30-Exobiologia (Marcio Okayama) bônus track
31-Matrix (Leonardo Santos) bônus track

terça-feira, 10 de março de 2015

Zumbis do Espaço - Aberrações Que Somos [2002]

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Por Valéria Mendes em Punknet

Por mais que se tente é praticamente impossível evitar a comparação entre Zumbis do Espaço e Misfits. Mesmo assim o mais desavisado punk rocker que se preze tem que saber que a única (e vaga) semelhança entre ambas as bandas é a temática de horror/terror. Os Zumbis em relação ao seu som estão bem mais para Ramones do que para a farsa que os Misfits comandados por Jerry Only se tornaram nos atuais dias, e quanto às letras, os Zumbis – graças ao demo? – cantam em português.

É difícil não “decorar” os OOHOOS que estão em praticamente todas as 17 músicas deste Aberrações que somos, trabalho datado de 2002 e tido para muitos como o melhor disco da carreira da banda. Tudo se inicia com uma introdução instrumental de pouco mais de 30 segundos dando seqüência a 15 porradas no melhor estilo punk rock onde a finalização – a ultima música – é uma série de OOHOOS dignos de serem cantados por torcidas de futebol. Sem sombra de dúvidas esta e “A marca dos 3 noves invertidos” são as melhores musicas do álbum.

Hank Alien, Gargoyle, Zumbilly e Tor são unanimidades nacionais por serem os “pais” da coisa no país e por fazerem muito bem, diga-se de passagem, o que se propõe, apenas música e entretenimento. Aberrações que somos prima pela qualidade, tanto de gravação e produção, quanto pela arte muito bem cuidada do encarte. Para os fãs da banda é mais que indispensável, para os que não os conhecem ainda corram, pois este disco está praticamente esgotado.

1. Lycanthropia – O Chamado Dos Lobos
2. Ouça O Lobo Uivar
3. Dia Dos Mortos
4. A Marca Dos 3 Noves Invertidos
5. Punhal Da Falsidade
6. Esperando Pelo Juízo Final
7. Banho De Sangue
8. Pânico
9. Tempo De Matar
10. Serpentina
11. Noite Dos Mortos Vivos
12. Até Você Ressuscitar
13. Aberrações Que Somos
14. Uivando Para A Lua
15. O Livro Das Sombras
16. Anjo Da Morte
17. A Marcha Das Almas

segunda-feira, 9 de março de 2015

André Frateschi - Maximalista [2014]

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Pop de qualidade, crítico à metrópole e com a bênção (e participação) do grande pianista Mike Garson


Pelo menos dois detalhes impressionam o ouvinte no disco de estreia do paulistano André Frateschi: sua facilidade de entoar rock de qualidade para um público amplo com letras cativantes, possibilidade recentemente mostrada por Bruno Souto e Vitor Ramil nestes últimos anos; e a simbiose de imediato do piano de Mike Garson em sua obra. (Garson, importante adendo, foi pianista de David Bowie e ajudou a dar outra cara ao pop que explorava nos anos 1970 – principalmente, em Alladin Sane (1973).)

Maximalista é tão acessível como qualquer outra boa investida musical com perspectivas radiofônicas. Essa força é tão latente que a longa durabilidade em nada compromete a qualidade do trabalho enquanto exercício de cativar mais ouvintes (o fator cativar é algo que André domina nos palcos desde as noites em que tocava covers do underground com a esposa Miranda Kassin).

É elementar que André tenha opado por uma estrutura pop na faixa-título, que abre o disco. Riffs intercalados e teclados em rusga (uma das muitas contribuições de Fábio Pinczowski e Mauro Motoki, responsáveis pela produção do álbum) complementam o start notável do artista.

“Todo Homem é Uma Ilha”, menção a O Conto da Ilha Desconhecida, de José Saramago, e “Outra Segunda” são dotadas de maneirismos recorrentes na música pop (‘uh-uhs e ah-ahs’), mas não demora muito para que o ouvinte perceba que tais inserções são secundárias. Ora, se é assim que funciona a cartilha pop, André está disposto a assumí-lo, contribuindo com composições criativas, quase distópicas: ‘O mundo acabou/Acho que posso fumar/Quanta certeza/Andando na contramão’, canta em “Outra Segunda”, denotando uma característica – não sem uma pitada crítica – ao ligeiro cotidiano de quem mora na metrópole.

O ritmo de constante aceleração das grandes capitais de alguma forma incomoda André. ‘A máquina preenche uma sardinha em lata/Um telefone, um Gradiente, sempre me deixando contente’, ironiza o compositor na faixa que melhor expõe sua concordata com as teorias de Aldous Huxley. Óbvio, a tecnologia avançou e é onipresente, mas o compositor parece mais próximo aos modos de antigamente.

No entanto, ele entende que o ser humano é adaptável ás rotinas, como mostra em “Tudo Vai Dar Tempo”, ainda que seja mero reflexo do combate mais duro da vida citadina. A resposta está em outra faixa: ‘O que é que vou fazer? Eu não tenho saco!’, diz, sem especificar os motivos. ‘Não queira saber/Vivo trancado entre paredes/Não venha me visitar’.

Quando André procura emocionar, preste atenção no seu timbre vocal. É ele que enfatiza seus maiores achados. “Queda” representa um desses momentos; iniciado com celestial abertura do piano de Garson, o refrão é daqueles de emocionar: ‘Tudo cai/Tudo vai/A saia é sol e eu sou Ícaro/Me leva pro céu/Me leva pro céu’, entoa, como se quisesse se aproximar de Guilherme Arantes. Se caísse nos ouvidos de um diretor de telenovela, o impacto seria imediato, principalmente para os telespectadores.

Se o CD 1 revela um André Frateschi preso às amarras de uma megalópole, o segundo CD lhe dá aspecto mais raivoso. A conexão pode existir – afinal, o humor é o mais afetado na interação do homem e a cidade. Desta forma, as características pessoais prevalecem diante das ácidas observações: “Isso é Coisa Pra Homem” é profanidade em catarse, enquanto em “Sou Eu é Que Sou Isso Aqui” o ruir do tempo gera o rock potente ideal para abertura de (grandes) shows.

A essência punk, tal qual Inocentes e Garotos Podres, é mandatária em “Turma do Bem” – assertiva revelada mais cara a cara em “O Gosto da Raiva”. Travestido de um personagem macabro (afinal, ele é ator, faz isso bem), admite: ‘Passei pelas portas do inferno/Eu me alimento de ódio/Eu gosto do gosto da raiva’.

Pela abrangência de Maximalista, os maus sentimentos são parte de um termômetro emocional compatível com qualquer ser de bem. A opção por terminar o disco com o ambient “Soul Searching” é prova de que o compositor encontrou seu mantra ao final de tudo. Esperemos, também, que a indústria perceba o ostracismo a que se acometeu e veja Maximalista como possível alternativa diante de um túnel de incertezas. O pop-rock de qualidade é feito, não (ou)vê quem não quer.

Lado A:
01 Maximalista
02 Todo Homem É Uma Ilha
03 Outra Segunda
04 Meta Fugidia
05 Eu Não Tenho Saco
06 A Máquina Preenche
07 Queda
08 Tudo Vai Dar Tempo
09 SP, Berlin
10 É Tudo Nosso

Lado B:
01 Isso É Coisa Pra Homem
02 Sou Eu é Que Sou Isso Aqui
03 Turma do Bem
04 O Gosto da Raiva
05 Soul Searching


domingo, 8 de março de 2015

Zé Ramalho - O Herdeiro de Avôhai [2009]


Sinopse

A saga de Zé Ramalho em filme documentário

Dirigido e produzido pelo jornalista e documentarista paraibano Elinaldo Rodrigues, o filme é pontuado por referências às fases que constitutem a formação e origem da pessoa e do artista.

Das origens de menino pobre nascido na cidade de Brejo do Cruz, no sertão paraibano, ao sucesso nacional, a saga e a obra de Zé Ramalho remetem a desafios pessoais e coletivos, como também interligam as influências regionais com a cultura além fronteiras. Entre desafios e superações, Zé Ramalho transpassou limites, até se tornar um patrimônio nacional. 

Hoje, dentre milhares de admiradores de todas as idades, gerações após gerações têm comprovado que esse visionário da música brasileira criou uma obra de caráter universal.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Meus Dias de Rock - Temporada 1 Episódio 6 [2015]

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O Taco, O Gado E O Pombo
Episódio 6, Temporada 1

Com o apoio dos filhos, Rosa encara mais uma difícil etapa na luta contra o câncer.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Raimundos 20 Anos Eu Quero É Rock! [2015]

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Por Bruno Dias no Urbanaque

Quem cresceu nos anos 1990 sabe: não existia banda mais perfeita para passar a adolescência ouvindo do que o Raimundos. As letras cheias de sacanagem misturadas ao peso e velocidade das guitarras distorcidas eram diversão garantia. Para celebrar o legado da banda, o Urbanaque reuniu 15 artistas da nova geração brasileira para revisitar as canções do primeiro disco da banda no tributo Raimundos 20 Anos – Eu Quero É Rock!, que está disponível a partir de hoje para download gratuito pelo perfil do Urba no Soundcloud (se quiser baixar faixar por faixa) ou clicando aqui para pegar o álbum completo.

O primeiro single do disco é a versão de Daniel Groove para Selim, transformada em um brega com sotaque nordestino. O curioso é que, frente à negativa do Raimundos de gravar a faixa, o produtor do primeiro disco, Carlos Eduardo Miranda, ameaçou chamar o cantor cearense Falcão para interpretar a faixa na estreia da banda. Registrada oficialmente, a música se tornou uma das favoritas do público e uma das responsáveis pelo sucesso do álbum. O tributo ainda traz uma faixa extra com uma versão acústica de Selim, gravada por Juliano Gauche.

Diogo Soares, vocalista do Los Porongas, abre o álbum desacelerando Puteiro em João Pessoa, a única música declaradamente autobiográfica da banda. Logo depois, o Móveis Coloniais de Acaju, vindos também de Brasilia, adicionam suingue em Palhas do Coqueiro, que tem participação de Evandro Vieira, co-autor da canção. Em seguida, Zimmer & a Euthanásia e Capim Maluco mantêm o peso das versões originais em releituras de MM’s e Minha Cunhada – mesmo caminho escolhido pela banda paulista Rollbando em Bê a Bá.

O Single Parents escolhe dar uma pouco de cadência ao forrocore Rapante, enquanto os cariocas do Do Amor desconstroem completamente a rápida Carro Forte, levando a letra a capela que se transforma em uma viagem psicodélica. O Vanguart também imprime sua assinatura própria em Nêga Jurema, que vira um folk brasileiro no violão e voz de Helio Flanders.

Lemoskine adiciona um pequeno toque eletrônico a Deixei de Fumar Cana Caiana, enquanto Felipe Cordeiro transforma Cajueiro/Rio das Pedras em um tecnobrega. Bicharada ganha uma introdução levada ao piano que ressalta o surrealismo da letra nas mãos do Floreosso, enquanto Nevilton deixa Marujo com um toque de hard rock. Para finalizar, os sergipanos do The Baggios levam Cintura Fina para transitar por algum local do velho oeste com um andamento mais lento.

Lançado em 1994, Raimundos foi eleito como melhor álbum da década pela revista Bizz no final dos anos 1990. Sua mistura única de hardcore com forró foi pioneira no Brasil e até hoje não conseguiu ser reproduzida com tanta qualidade por outras bandas. Recentemente, a banda fez dois shows esgotados no Sesc Belenzinho, em São Paulo, tocando o disco na íntegra. Reforçando a força e carinho que seu público, 20 anos depois, ainda sente pelo álbum.

Raimundos 20 anos – Eu Quero É Rock!

1. Puteiro em João Pessoa – Diogo Soares (Los Porongas) + Kali
2. Palhas do Coqueiro – Móveis Coloniais de Acaju feat Evandro Vieira
3. MM’s – Zimmer & a Euthanásia
4. Minha Cunhada – Capim Maluco
5. Rapante – Single Parents
6. Carro Forte – Do Amor
7. Nêga Jurema – Vanguart
8. Deixei de Fumar Cana Caiana – Lemoskine
9. Cajueiro Rio das Pedras – Felipe Cordeiro
10. Bê a Bá – Rollbando
11. Bicharada – Floreosso
12. Marujo – Nevilton
13. Cintura Fina – The Baggios
14. Selim – Daniel Groove
15. Selim (acústico) – Juliano Gauche

Produção executiva e curadoria: Bruno Dias e Tiago Agostini.


domingo, 1 de março de 2015

Camarones Orquestra Guitarrística - Rytmus Alucynantis [2015]

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Por Hugo Morais em Linha Vermelha

O quarteto Camarones Orquestra Guitarrística lançou mais um disco, o quinto. O novo rebento se chama Rytmus Alucynantis e já sai como cartão de visitas para uma extensa tour com quase 50 shows em quatro meses. A tour passa pelo Seridó do RN, Norte e Sudeste do Brasil, pela Europa e termina na volta para Natal no dia 21/06.

A capa do disco ficou a cargo do ilustrador paulista Wildner Lima e na parte musical o disco contou com várias participações. João Lemos e Augusto Oliveira (Molho Negro), Ynaiã Benthroldo (Boogarins), Esdras Nogueira (Móveis Coloniais de Acaju), Léo Martinez (Velociraptors), Kaká Monteiro (Fuzzly) e Léo Chermont (Strobo).

O disco foi pensado para ser dançante, para agitar nos shows. E ao longo de onze músicas isso é visto lado a lado com um peso a mais na guitarra. Hoje a cargo de Fausto Alencar. Riffs pesados e firmes tanto instigam a dançar como a bater cabeça. Parte do disco já vinha sendo executado ao vivo e o restante foi composto no fim de 2014. A impressão que dá é que com a formação mais próxima, mais duradoura, as músicas ganharam mais consistência. E de muito vale a carga de shows que a banda se dispõe.

A novidade em torno do lançamento físico é que o disco sairá em vinil através de parceria entre os selos Dosol, Assustado Discos e Setalight Records (Alemanha).

O Camarones atualmente é Ana Morena (baixo), Anderson Foca (guitarra, teclado e efeitos), Yves Fernandes (bateria) e Fausto Alencar (guitarra).

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Raul Seixas - A Pedra do Gênesis [1988]

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Por Claudinei Jose De Oliveira no Galeria Musical

Se desconsiderarmos o disco com o Marcelo Nova, este é o último registro de Raulzito. Dá pra ver a chama se apagando. Restava apenas um fiapo de voz de alguém que, se nunca foi um crooner primoroso, sempre soube impor personalidade e atitude em suas características vocais. 

Outro ponto constrangedor no álbum é o fato de Raul se agarrar às glórias do passado como um náufrago a um pedaço de madeira. E só olhar para a capa e ouvir a canção título e "A Lei" e encontramos uma reciclagem barata do misticismo fuleiro que o fez famoso na década de 1970, algo que já vinha sendo tentado desde o álbum anterior, com uma versão em inglês de "Gita". Isto, somado a uma mistura bizarra de timbres eletrônicos, principalmente na bateria, com a instrumentação tradicional, mostra um Raul Seixas tristemente sem rumo. 

Porém, sua versão de "Check Up", anteriormente gravada com outro título e outra letra por Rita Lee, "Fazendo O Que O Diabo Gosta", "Cavalos Calados" (depois regravada por Cazuza), o tema folclórico "Lua Bonita" e, fechando com chave de ouro, a singeleza de "Areia Da Ampulheta" mostram que, mesmo caindo das pernas, está lá tudo aquilo que fez do homem mito, objeto de culto, persona da cultura popular nacional. 

O sucesso do álbum foi uma versão de uma canção gravada por Ringo Starr, chamada "Não Quero Mais Andar Na Contramão" que, numa letra malandra, justificava (tardiamente) não gozar mais dos prazeres do vício. Tarde demais? Para o homem Raul Seixas até podia ser mas, como diz a letra de "Senhora Dona Persona", "os homens passam e a música fica".

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Meus Dias de Rock - Temporada 1 Episódio 5 [2015]

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Farrapo Picadeiro Show
Episódio 5, temporada 1

A banda Coelho Branco tem que superar a briga entre seus integrantes e se apresentar mais uma vez juntos. Binho, irmão de Lucas, continua apostando no sucesso e potencial do grupo.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Autoramas - Stress, Depressão & Síndrome de Pânico [2000]

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Por Anderson Nascimento no Galeria Musical

Após lançarem uma demo-tape e um compacto em vinil, os Autoramas chegam ao seu primeiro álbum, lançado pelo selo independente Astronauta Discos, porém distribuído pela Universal Music. O disco conta com os sucessos "Fale Mal de Mim", "Carinha Triste" e "Autodestruição". A banda surpreendeu a todos ao apostar em um som que só a banda fazia, ou seja, um misto de Rockabilly, Surf Music e Hardcore. O álbum foi bem muito bem sucedido, tendo músicas nas rádios e na televisão.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Meus Dias de Rock - Temporada 1 Episódio 4 [2014]

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Pombos
Episódio 4, temporada 1

A tensão entre Lucas e Charles continua, ainda mais depois de Luísa entrar no meio dessa briga. Na sapataria, Lucas e Alexandre dão um ultimato a Gustavo e pedem um aumento.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Tropicália [2012]

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A pedido do internauta Rochacrimson vem essa postagem que entre tantas outras estava perdida na "lista de postagens obrigatórias" contida no limbo cerebral afetado desse postador que vos escreve. Curioso foi o fato que a trilha sonora ter sido lançada antes mesmo do documentário ao qual ela remete.

Segue as canções e seus interpretes:

1. Alfômega – Caetano Veloso (1969)
2. Quero Sambar, Meu Bem – Tom Zé (1968)
3. A Voz Do Morto – Os Mutantes e Caetano Veloso (1968)
4. São São Paulo – Tom Zé (1968)
5. Coração Materno – Caetano Veloso (1968)
6. The Empty Boat – Caetano Veloso (1969)
7. Fuga n° II – Os Mutantes (1969)
8. London London – Caetano Veloso (1971)
9. Dois Mil E Um – Os Mutantes (1969)
10. Tropicália – Gilberto Gil e Caetano Veloso (1967)
11. A Minha Menina – Os Mutantes (1968)
12. Domingo No Parque – Gilberto Gil (1968)
13. Alegria, Alegria – Caetano Veloso (1967)
14. Baby – Gal Costa, Caetano Veloso (1968)
15. Divino Maravilhoso – Gal Costa (1969)
16. Panis Et Circenses – Os Mutantes (1968)
17. É Proibido Proibir – Caetano Veloso e Os Mutantes (1968)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Meus Dias de Rock - Temporada 1 Episódio 3 [2014]

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Tudo Certo
Episódio 3, temporada 1

A situação de saúde de Rosa, mãe de Lucas, piora. Além desse drama pessoal, o namoro com Luiza não vai bem e Lucas se aproxima da misteriosa Solidão.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Koti e Os Grimpas - O Chamado dos Espíritos [2013]

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Mais um disco saindo do forno da Fon-Fon Records! “O chamado dos Espíritos” é uma viagem ao mundo do além, obscuro, soturno, aterrorrizante, Koti assina este novo projeto como “Koti & os Grimpas”, o “Chamado dos Espíritos” é baseado no lado mais sombrio da country music, quase todo com letras em português contém histórias do além vida, caminhoneiros que se perdem nas rodovias e acabam por ter seus nomes escritos na cruz, assassinatos não solucionados, churrascos nos cemitérios, fantasmas que vagam pelos cenários do interior na busca pela redenção, temas orquestrados por banjo assombrados, guitarras fuzzeadas, violões e bateria minimalista.