quinta-feira, 25 de agosto de 2011

The Baggios [2011]




Formada em 2004, na cidade histórica de São Cristóvão, Sergipe, a The Baggios tem a peculiaridade de ser formada por apenas dois integrantes: Julio Andrade (guitarra e voz) e Gabriel Carvalho (bateria). Embebidos nas águas turvas e viciadas da música negra, os acordes envenenados da The Baggios misturam ritmos tradicionais, como o Blues , passando pelo rock sessentista e ao garage Rock. A banda tem a embalagem pronta para quem almeja galgar espaços no mainstream: identidade própria, discurso totalmente enraizado com as questões de sua época e de sua gente, e letras que falam diretamente ao público, sem meio termo. O nome surgiu como homenagem a um músico andarilho da pacata cidade, que se vestia de forma esquisita e contava historias surreais nas esquinas.

Depois do Demo (2007) e do EP (2009), finalmente lançam seu primeiro álbum oficial. Tem uma boa sonoridade e vale a pena conferir. 

Abaixo o teaser trailer do lançamento do álbum.

Pata de Elefante - Um Olho No Fósforo, Outro Na Agulha [2006]


Em 2009 a Pata de Elefante foi considerada a melhor banda de rock instrumental do país. O prémio VMB da MTV veio como uma espécie de certificação de um trabalho que, desde janeiro de 2002, cresce e obtém cada vez mais seu espaço no cenário musical brasileiro. A Pata de Elefante é um trio instrumental que toca rock'n'roll. Rock com voz na guitarra.

Esse é o segundo álbum da banda. Download.


Diversão garantida.

A Ira de Nasi


O cantor Nasi está trabalhando com Alexandre Petillo em sua biografia, que deve ser lançada em julho de 2012 pela editora Belas Letras. O título provisório do livro é "A Ira de Nasi". De Acordo com a editora, a biografia promete ser muito polêmica, pois o músico deixou bem claro que não vai esconder ou mexer em nada do que Petillo escreve. Petillo e Nasi já começaram a fazer reuniões na casa do vocalista em São Paulo, para sessões de entrevistas.
A publicação também contará com fotos do baú pessoal de Nasi.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Paêbirú - O disco mais caro do Brasil


Depois de anos no posto como o disco mais caro do Brasil, o vinil de "Louco Por Você", primeiro álbum de Roberto Carlos, perdeu seu posto, agora o disco mais caro do Brasil é Paêbirú, produzido em 1975 por Lula Côrtes e Zé Ramalho.
Ele vale aproximadamente R$ 4 mil.

História

Nos idos de 1973 José Ramalho Neto tocava em bailes na capital João Pessoa e no interior, mais precisamente na cidade de Campina Grande, foi quando Raul Córdula um pintor lhe disse que em Recife havia uma nova onda musical, que era chamado de "udigrudi pernambucano" que era comandado por Lula Côrtes, ele tinha assumido a posição de lider durante a I Feira Experimental de Música do Nordeste (1972), que também ficou conhecida como Woodstock Cabra da Peste.
Em 1974 Zé Ramalho conheceu Lula, e este lhe falou de sua idéia de produzir um disco inspirado do sitio arqueológico do Ingá, este disco foi produzido no Estúdio da Rozenblit em 1975 mas a enchente do Rio Capibaribe em julho levou quase todos os discos, só restando cerca de 300 cópias que tinha sido levadas para a casa de Lula
Em formato digital foi lançado pelo selo alemão Shadoks que se você for comprar sai quase por 200 R$.
Este disco foi dividido em quatro partes, Ar, Água, Fogo e Terra, são 11 canções.

"Nas Paredes da Pedra Encantada" é um road movie que viaja pelas lendas do mítico "Paêbirú - Caminho da Montanha do Sol". Os diretores Cristiano Bastos e Leonardo Bomfim arrumaram uma Kombi para levar Lula Côrtes de volta a Ingá, recanto do agreste paraibano envolto no misticismo de uma pedra talhada com signos pré-milenares. Entre as lembranças de Lula e as histórias de figuras diversas da cena udigrudi nordestina, como Lailson, Alceu Valença e Kátia Mesel, o filme investiga, não só a riqueza musical de "Paêbirú" mas também o imaginário do interior da Paraíba e o momento psicodélico dos anos 70 na ponte entre Recife e João Pessoa.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Lucy And The Popsonics - Fred Astair [2010]



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Inusitada !!!

É o que posso dizer dessa banda por não achar adjetivo melhor. É punk, é indie, é eletro, é rock, é simplesmente diferente de tudo que ouvi na terra brasilis.

Se é bom ou não cabe a você decidir, eu mesmo não sei se indicaria para alguém, mas desde que ouvi pela primeira vez, hoje a tarde, não consigo parar de ouvir.

Som penetrante, dançante, agressivo, hilariante, reflexivo, hipnotizante....... e o que mais puder.

Esse é o segundo álbum dessa banda brasiliense.

Ah, a canção "Refuse/Resist" é uma releitura de um "hino" do Sepultura.
Como eu disse: Inusitada !

Pública - Como Num Filme Sem Um Fim [2008]


Em 2008 a Pública, em meio aos shows, gravou esse belo álbum, o segundo da banda. Pararelo a gravação do álbum foi feito o documentário "Casa da Esquina 23", que cobriu a produção do disco sendo posteriomente lançado em um box (CD + DVD) com o ábum e o documentário.
A canção "Casa Abandonada" chegou a receber duas indicações ao VMB 2009 vencendo na categoria "Rock Alternativo".

Em 2010, a Pública foi escolhida pelos escoceses do Franz Ferdinand para abrir seu show em Porto Alegre, em meio a centenas bandas inscritas para a seleção.

Abaixo segue o vídeoclipe da cançao "Casa Abandonada".
 Download do álbum.

sábado, 20 de agosto de 2011

Abilolado Mundo Novo (2011) por Carlos Maltz




Livro escrito pelo psicólogo, astrólogo, ex-baterista e fundador do Engenheiros do Hawaii, Carlos Maltz a ser lançado em 27 de novembro. Abaixo segue uma pequena entrevista com o autor sobre o livro.

"1 - Fale sobre a origem do livro. De onde surgiu a necessidade de escrevê-lo, como surgiram o personagens e se são reais ou fictícios.

Bem, eu saí dos "ENGENHEIROS DO HAWAII" e do mundo-do-pop em 1995. Durante algum tempo, tive uma outra banda, chamada "IRMANDADE INTERPLANETÁRIA", e tentei me manter naquela vida que eu conhecia. Mas a Irmandade não decolou, nenhuma gravadora se interessou pelos nossos discos que falavam de ET's, vida espiritual, reencarnação, Astrologia... Hehehehe... Lá por 1998 eu estava completamente falído financeira e espiritualmente. Em 1999 me mudei para Brasília, fui morar no meio do mato, e resolvi deixar aquela vida de pop-star definitivamente para trás. Mas os fãs não largavam do meu pé. Os "Engenheiros do Hawaii" foram uma das bandas que mais teve fãs clubes, coisas do gênero. Nosso público era fiél, nos via como referências, se interessava pelas nossas idéias. Lá por volta de 2000, eu percebí que não tinha como me livrar dos caras, e que isso vem fazer parte dessa minha vida, enquanto ela durar. Criei então uma comunidade de discussão na Internet: a COM-UNIDADE-1-MANOS. No princípio, eram só fãs da banda, mas depois, não sei explicar como nem por quê, começou a aparecer um monte de gente bem legal, a fins de discutir coisas bem interessantes. Os papos-pop eram incríveis. Altos assuntos filosóficos e talz discutidos naquele formato de chat, de uma maneira super original. O chat não é chato, e a Filosofia virou Pop. Derrepente olhei para aquilo e pensei: rapaz, isso nasceu espontâneamente e é genial, mais pessoas deveriam ler essas conversas, talvez isso possa despertar o interesse de muitos jovens para assuntos que eles não conhecem. Comecei então a pensar em escrever o livro. Mas como fazê-lo, como reproduzir o ambiente e a espontaneidade dos diálogos? Eu precisava dos caras, pra discutir comigo... Fiz então um sorteio de números aleatórios, que geraram datas. Fixei apenas o ano, para que os caras tivessem por volta de vinte anos de idade, e com as datas, gerei mapas astrológicos. Colei aqueles mapas na parede, e comecei a conversar com aqueles caras. Já sou astrólogo profissional há muitos anos, quando olho um mapa, é como se estivesse diante de uma pessoa. E aquelas pessoas fictícias ganhavam vida. Sim, eles incorporavam características psicológicas e opiniões muitas vezes semelhantes ás pessoas da COM-UNIDADE... Eles eram como uma colcha de retalhos das pessoas reais da COM-UNIDADE... Mas eram outras pessoas, eram as pessoas que os mapas geraram... Começaram a criar vida própria, opiniões, personalidades próprias... Os nick-names... Alguns vieram da COM-UNIDADE, outros nasceram espontâneamente... Esses caras começaram a falar dentro da minha cabeça... Teve momentos que eu achei que estava ficando maluco, "Abilolado", hehehehe... E os diálogos iam brotando sozinhos, jorrando da minha mente para o teclado do computador... Algumas pessoas que leram o livro se surpreenderam com a espontaneidade dos diálogos, mas a verdade é que foi assim mesmo que eles surgiram... A coisa saiu do meu controle...

2 - O que é ser "Abilolado"?

Ser abilolado é ser "tantã-light"... hehehehe.... Segundo a máxima caetânica, de que "de perto ninguém é normal", nós somos todos meio abilolados... Ser abilolado, é ser meio doido, nesse mundo completamente louco em que vivemos, para não ficar biruta-de-vez...hehehehe... Ser meio-doido, num mundo completamente louco, para não ficar biruta-de-vez...hehehehe...

3 - Quais os pontos em comum com Admirável Mundo NOvo de Aldous Huxley? Tem algo em comum que vá além do título?

Aldous Huxley é um dos maiores pensadores do século XX, infelizmente, apesar do reconhecimento da sua inteligência superior, ele ainda não é totalmente compreendido, por ainda estar na frente. O Admirável Mundo Novo de Huxley é uma obra prima visionária. Huxley descreveu na década de trinta do século passado, exatamente o que está ocorrendo hoje. Mas o grande lance do livro não é a coisa tecnológica/tecnocrática e talz, que é o que , em geral, as pessoas mais destacam na obra. A grande sacada de Huxley, é a descrição de uma humanidade covarde, desumanizada, que foge do amor e da vida que nem o diabo foge da cruz. Essa mesma humanidade da qual nós todos fazemos parte agora, no começo do século XXI. O "ABILOLADO MUNDO NOVO" em que nos encontramos agora. O Admirável mundo novo é a pré-visão. O Abilolado Mundo Novo é a realidade.

4 - A quem se destina o livro.

O livro se destina a todos nós que estamos de saco cheio dessa vidinha de m.... que estamos vivendo nesse momento. Ricos ou pobres, vivemos todos num mundo cheio de tralhas tecnológicas e sem encantamento. Um mundo velho e cansado, com cara de novidade, mas sem idéias realmente novas. Sem vergonha na cara, sem amor, sem brilho. o "Abilolado Mundo Novo". O livro se destina a todos nós, jovens ou nem tanto, que já nos demos conta que estamos vivendo o naufrágio de um Titanic pesado e frágil que foi á pique sem dó nem piedade, pela febre da ganância, e pela falta de humildade. Todos nós que já percebemos que estamos vivendo o fim DE UM mundo, e o começo de outro, que ainda não sabemos o que é."

Documentário Rock Brasília (2011) trailer


Saiu o primeiro trailer do documentário "Rock Brasília - Era de Ouro". O filme conta a história do movimento rock que surgiu na capital do país no início dos anos 1980 e marcou toda uma geração, com bandas como Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude.

Dirigido por Vladimir Carvalho, "Rock Brasília" traz depoimentos dos grandes protagonistas do período, como Renato Russo (em imagens raras e inéditas), Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá, Dinho Ouro Preto, os irmãos Fê e Flávio Lemos e Philippe Seabra, além dos artistas que se aproximaram dessa turma, como os músicos do Paralamas do Sucesso (Herbert Vianna, João Barone, Bi Ribeiro) e Caetano Veloso.

Uma boa oportunidade pra gente voltar a se questionar que país é esse.

O documentário entra em cartaz no dia 7 de outubro em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Campinas e Santos e no dia 21 de outubro no Rio de Janeiro. No dia 26 de setembro, "Rock Brasília - Era de Ouro" abrirá o 44º Festival de Brasília do cinema brasileiro.

de: kissfm



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Entrevista com a banda Anjo Gabriel

Os pernambucanos da Anjo Gabriel têm muitos motivos para comemorar. Depois de lançar o seu primeiro disco, o excelente O Culto Secreto do Anjo Gabriel, os rapazes já tocaram ao lado uma de uma de suas bandas preferidas em importantes festivais nacionais. Em entrevista ao Metal Is The Law, a banda falou sobre suas influências, seu novo álbum e revelou os planos para o futuro da banda, que certamente agradará a todos os fãs de rock progressivo e da música dos anos 1960 e 1970 em geral.
O Culto Secreto do Anjo Gabriel foi gravado de forma analógica. Por que essa decisão? Fale um pouco mais do processo de gravação do disco.
Essa é a única forma de gravação que nos interessa. Do som da fita ao processo de mixagem tudo fica mais orgânico. O computador é uma ferramenta que é mais pratica, mas tudo que passa por ele fica muito estéril, matemático, e chato. Pode servir para diversos tipos de produção, mas para o som que queremos atingir o sistema digital não funciona.
O álbum foi lançado em CD e vinil duplo. Qual desses formatos vocês consideram o mais completo? Onde esses itens podem ser adquiridos?
O vinil com certeza é o mais completo, inclusive para ressaltar isso, o LP vem com duas musicas a mais, então quem só tem o cd já está com a obra desfalcada. Isso foi uma decisão deliberada, para valorizar ainda mais o vinil. Eles podem ser encontrados na galeria Nova Barão em SP, na livraria cultura no Brasil todo, e na Flowers aqui em recife. Mas é bom correr por que na verdade a edição está esgotada, e devem restar poucas copias. Estamos em processo de produção de uma nova tiragem.
Por que a faixa ‘’1973’’ recebe esse nome?
É uma composição que traz muito do que bandas como O Terço, que faziam na época. Inclusive eles tem uma musica chamada ''1974'', queríamos dar um nome assim e fomos pensando qual o ano que essa musica poderia ter sido lançada.
Em ‘’Mantra III’’, um grupo Hare Khrishna faz a parte vocal. Como surgiu e de quem foi a idéia de incluí-los no disco?
Bom, pelo próprio fato da musica ser um mantra, seria conveniente alguém que soubesse entoar o OHM e o que tudo isso quer dizer fizesse a gravação, esse já era o desejo inicial não lembro bem como foi o contato com o grupo vaykunta, mas acho que Do Jarro conheceu alguém e sugeriu, fizemos o convite e eles aceitaram.
Nota do Editor: OHM é o símbolo universal do Yoga e do hinduísmo para todo o mundo, todas as escolas de todas as épocas. Pronuncia-se AUM.
Vocês tocaram ao lado do Ave Sangria no festival Abril Pro Rock e mais recentemente no Baile do Waldir. Como surgiu o convite e como é tocar ao lado de uma banda que vocês tanto admiram?
O Ave Sangria foi convidado para fazer uma apresentação no psicodalia, um festival hippie que acontece em Curitiba durante o carnaval, nós já tínhamos falado com Marco Polo desse festival e estávamos tentando agenciar o show deles para la, na época Marco e Almir estavam sendo acompanhados por outros músicos aqui de recife, como esses músicos são muito requisitados no período de carnaval, ele não poderiam viajar durante esse período. Dentro desse quadro vimos que seria uma oportunidade de ouro, nós dissemos que podíamos acompanhar a banda nesse evento, a partir daí a coisa foi se construindo.
Tocar com o Ave Sangria é uma grande honra que nunca nos passou pela cabeça que um dia pudesse acontecer, uma banda que nós ouvimos muito, que nos influenciou desde o começo, que tem um disco belíssimo, altamente sofisticado nos seus arranjos, não da muito para explicar, talvez uma comparação rasteira seria como uma jogador do santos hoje pode jogar com Pelé, e o pior, Pelé cansa, a voz de Marco não mudou.
As músicas da Anjo Gabriel são longas e com extensos trechos instrumentais. Como é a recepção do público em shows ao vivo à esse som progressivo?
O feedback está sendo o maior astral, a platéia normalmente se manifesta depois das musicas, tá todo mundo curtindo.
No exterior, as Jam bands ainda são grandes e fortes. Como vocês avaliam essa cena no Brasil? A propósito, vocês se consideram uma Jam band?
Gostamos de dizer que o nossa musica é Free Space Kraut Rock, não sei se podemos ou não nos considerar uma Jam band. É fato é que as jams são elementos importantes e até estruturais em algumas musicas, mas não todas. É normal fazermos jams durante os nossos shows, mas não é a única característica da banda.
Vocês têm uma coleção de discos de dar inveja, com diversas raridades da psicodelia nordestina. A vontade de tocar e formar uma banda foi consequência da paixão pelos discos ou a coleção surgiu depois da banda?
A decisão de montar uma banda foi inicialmente de Marco (baixo) e Cris (guitarra), justamente por não ver em Recife alguém que seguisse a linha dos discos que escutavam. A coleção já existia, inclusive o que é considerado o primeiro ensaio da banda, foi no dia em que chegou na coleção o Paêbirú, Satwa e Marconi Notaro, a galera deixou de pagar a conta de luz para poder comprar os discos.
Durante a audição do álbum, senti alguns reflexos de Paêbirú. Qual a relação de vocês com o clássico de Lula Côrtes e Zé Ramalho?
É um dos discos mais importantes para a gente, na verdade é o disco mais importante de toda a existência na opinião de marco, para se ter idéia hoje a coleção tem três edições diferentes dele. Uma obra prima que exprime tudo o que nós pensamos de como dever se feito e ouvido musica.
Vocês fizeram uma tour por São Paulo e acabaram de voltar de outra turnê junto com os Haxixins. Estão satisfeitos com o resultado dos shows?
Astralizou geral, para as duas bandas. Em São Paulo ficamos surpresos de em alguns shows estarem pedindo musicas, em todos os locais que passamos a galera curtiu demais o som. Aqui pelo nordeste foi muito bom também, já tínhamos ido em João Pessoa, mas foi a primeira vez em Natal. Mas o melhor foi poder ter convivido e estreitado os laços com os Haxixins, galera muito astral, que tem um pensamento semelhante ao nosso e curte muito som.
Li que vocês pretendem lançar outras bandas pelo selo Ripohlandya. Ainda continuam com esse projeto? Já tem algum nome que vocês pensam em chamar?
Claro, a idéia do é que o selo vingue, e traga cada dia mais som em vinil. Temos algumas idéias de lançamentos e de relançamentos, mas nada que possa ser divulgado ainda, pois não temos nada confirmado, mas posso adiantar que já tem coisa nova da Anjo Gabriel em fase de pré produção.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

André Christovam - Mandinga [1989]

Download 320kbps


Estava hoje a fazer visitas e outros blogs obscuros quando me deparo com esse álbum para baixar. Não havia nenhuma informação adicional a única coisa que me inspirou a baixar foi que blog (já abandonado) era dedicado a guitarristas brasileiros. Coloquei o álbum para executar e para minha surpresa era um álbum de blues e dos bons. Fiz uma pesquisa na internet e quase não achei informação sobre o André Christovam, ficando a mêrce do wikipédia:

"André Christovam é considerado um dos pais do Blues no cenário musical brasileiro, além de ser considerado um dos melhores guitarristas do país. Nascido em São Paulo, André estudou música no renomado Guitar Institute of Los Angeles (GIT) nos anos 80, tornando-se o primeiro brasileiro a formar-se nesta escola. 

Ao retornar ao Brasil, em meados dos anos 80, André trabalhou com os mais importantes artistas brasileiros e internacionais em passagem pelo Brasil, participando de bandas como Golpe de Estado, Kid Vinil, Heróis do Brasil, Rita Lee e Roberto de Carvalho, Raul Seixas e Marcelo Nova. No final dos anos 80, André decide gravar seu primeiro trabalho solo com o álbum "Mandiga", em 1989, um álbum marcante a discografia do blues nacional, principalmente pelo ineditismo de trazer um disco de blues com todas as músicas em português. 


Na década de 90, o guitarrista participou da turnê "Taj Mahal's and Sugar Blue's", nos Estados Unidos e gravou um CD em Chicago "The 2120 Sessions" com o vocalista "Big Voice" Odom e membros da banda de Junior Well.


Atualmente, André conta com cinco álbuns de sua autoria sendo que seu último trabalho, "Banzo", foi gravado pelo selo Eldorado."


Altamente recomendado.

domingo, 14 de agosto de 2011

Robertinho de Recife - Rapsódia Rock [1990]


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Considerado por muitos como um dos grandes guitarristas o Brasil, sua trajetória no universo da música popular consagra-o como profissional de múltiplos talentos e iniciativas.

Foi um músico muito requisitado. Acompanhou, entre vários artistas, Jane Duboc, The Fevers, Hermeto Pascoal, Zé Ramalho, Xuxa, Geraldo Azeredo, Fagner, The Fevers e Cauby Peixoto.

Foi guitarrista fundador da banda Yahoo, o que chega a soar bizarro para quem fez um trabalho como o desde álbum e chegou a ser convidado para ingressar em bandas gringas como: Chicago, Quiet Riot e Watch Pocket.

Festival de Rock em Maringá

O "A_GOSTO DO ROCK" é um FESTIVAL DE MÚSICA E CULTURA produzido pelo CREDENCIAL em parceria com a produtora de shows independentes SONIC FLOWER CLUB.

A primeira edição do evento foi em 2009 na cidade de maringá e mobilizou cerca de 20 mil pessoas.

Como o próprio nome já diz, o evento é realizado durante o mês de agosto em uma determinada semana. Durante toda a semana são realizados shows em bares da cidade, com grandes nomes da cena rock brasileira. A agenda inclui ainda, debates com músicos, jornalistas e produtores musicais, sobre o futuro da produção musical alternativa, exibição de documentários sobre o tema e por fim, durante o dia, pocket shows em lugares públicos.

Neste ano, o Festival de música e Cultura, "A_GOSTO DO ROCK vai ser realizado de 19 a 27 de agosto, em parceria com a Rádio MIX e Multi TV Maringá.

A cidade de Maringá será palco de um grande espetáculo que vai movimentar o circuito musical e cultural da região. Grandes nomes nacionais assim como as jovens bandas do estado do Paraná se apresentarão durante os nove dias do "A_GOSTO RO ROCK". Serão diversos pocket shows oferecidos à população, festivais de bandas, debates organizados com o objetivo de discutir a produção musical autoral, baladas e shows em casas noturnas. Mas não é só isso, a agenda do "A_Gosto do Rock" conta com diversas outras atrações.

- Batalha de bandas;

- Pocket shows com bandas infependentes de Maringá e região;

- Seminário sobre jornalismo cultural com o blogueiro e colunista do "Caderno 2" (Estadão), Lúcio Ribeiro;

- Festa de encerramento com a banda Ultraje a Rigor + Show de abertura com a banda vencedora da batalha de bandas.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Tianástacia - Morte no Escadão

Do mal falado Festival da Música Brasileira realizado pela Globo em 2000 me chamou a atenção a banda Tianástacia, que até então não conhecia, que defendeu a canção "Morte no escadão" de José Carlos Guerreiro. Não sei o porque da banda ter gravado essa música até hoje mas sinto falta de uma boa gravação dela. Fico intrigado com esse tipo de coisa, uma bela composição sendo muito bem executada e não sendo (ou podendo) ser gravada, com exceção da coletânea do festival. Aliás aonde foram para os grandes festivais. Com tanta concorrência na televisão não me entra na cabeça não termos um festival desse porte sendo executado. Quer queira ou não, é um canal muito válido para música nacional. Por mais que esse festival tivesse uma qualidade discutível, era um canal que ao mesmo nos dava chance de conhecer algo novo e as tal deficiências poderiam ser sanadas com por passar dos festivas ou será tudo nesse mundo feito sem trabalho árduo?
Vai abaixo o vídeo com legenda.

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Criolo Doido - Cálice

O rap nunca foi algo que me agradou, mas esses dias estive aqui pensando com meus botões sobre a cena musical atual vim a perceber que esse tipo de música contêm mais conteúdo que os dos outros gêneros musicais. Talvez porque em sua maioria a cena rap é independente (pelo menos no Brasil) e por isso a indústria ainda não estragou a poesia, coisa que fez muito bem com os outros gêneros musicais. Além de tudo tem fato que os rappers tem mais atitude social que qualquer roqueiro ou cantor de bossa-nova em terras tupiniquins. Claro que também tem os "bundões" de plantão, mas isso tem em todo lugar. Em virtude disso fui buscar algo atual e me deparei com Criolo Doido. Achei uma versão de Cálice de Chico Buarque que ficou sensacional.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Anathumana - A Nata Humana


"Anathumana traz uma pegada eletrônica que fala ao corpo, acompanhada de um rock in roll que fala a alma. Para o duo carioca, composto por Evandro Moraes e Atila K.W., o mundo poderia ser uma grande pista de dança onde uma mistura de rítimos somada a uma batida eletrônica, que acompanham as batidas do coração nos fizesse sonhar e claro, dançar muito.

Anathumana segue seus ideais entendendo que a nata da sociedade humana, neste momento, precisa se conscientizar das necessidades do próximo e também compreender a beleza da vida. Independente da maneira que a mensagem seja entregue: seja numa música suave, num batidão ou numa pegada mais eletrônica… Ela pode (e deve) ser transmitida musicalmente. A principal mensagem é: acorde, descubra quem você é e curta a vida com responsabilidade."*

do site http://anathumana.com.br/anathumana/

Supreendente.